Centro de Saúde nº 4 do Gama não pode ser demolido até que outro seja construído.
Estamos em 2006. Conforme a matéria abaixo, publicada em 10 Novembro 2003, pelo DFTV, o problemas seria resolvido logo. Houve a informação que O governo explica que "..a licitação já foi feita. Falta agora liberar o dinheiro para começar a reforma." Até quando? A Associação Comercial - ACIG, do Gama, deveria unir-se á população junto aos parlamentares do DF no sentido de resolver essa questão, no sentido de favorecer plenamente a comunidade. Ozéas de Oliveira.
Leia matéria abaixo.

O Posto de Saúde 4, no Setor Gama Leste, foi fechado em abril depois que o teto desabou. A Secretaria de Saúde prometeu reformar o prédio, mas até agora as obras estão paradas. Muitos pacientes precisam andar quilômetros para chegar ao Centro de Saúde 8, que desde então está sempre com longas filas.
Enquanto o Centro de Saúde número 4 está fechado, quem precisa de uma consulta é obrigado a caminhar dois quilômetros e meio por dia até chegar ao mais próximo. “Não tem transporte que passe aqui. A gente desce na metade do caminho e vem andando. Pessoas idosas, diabéticas, em cadeiras de rodas, estão sem atendimento”, desabafa a dona de casa Mariene Soares.
Alguns pacientes reclamam que andam muito e quando chegam não conseguem atendimento. Segundo os funcionários, que não podem dar depoimentos, trabalham aqui só três médicos: um clínico, um ginecologista e um pediatra. Quantidade insuficiente.
Os pacientes foram transferidos para o Centro de Saúde número oito, mas os prontuários foram levados para o Hospital Regional do Gama. Resultado: confusão.
A secretaria prometeu que o Centro de Saúde número quatro ficaria fechado por pouco tempo. Oito meses depois, a situação continua a mesma. O governo explica que a licitação já foi feita. Falta agora liberar o dinheiro para começar a reforma.
O posto foi interditado por problemas na estrutura do tellhado, que podia cair. Por dia, chegam a ser atendidas 300 pessoas. Kátia de Araújo, representante da Regional de Saúde, não sabe quando a obra fica pronta. “Estamos aguardando o empenho. Vamos fazer o mais rápido possível”.
http://dftv.globo.com/Dftv/0,6993,VDD0-2982-20031110-6427,00.html
Leia matéria abaixo.

O Posto de Saúde 4, no Setor Gama Leste, foi fechado em abril depois que o teto desabou. A Secretaria de Saúde prometeu reformar o prédio, mas até agora as obras estão paradas. Muitos pacientes precisam andar quilômetros para chegar ao Centro de Saúde 8, que desde então está sempre com longas filas.
Enquanto o Centro de Saúde número 4 está fechado, quem precisa de uma consulta é obrigado a caminhar dois quilômetros e meio por dia até chegar ao mais próximo. “Não tem transporte que passe aqui. A gente desce na metade do caminho e vem andando. Pessoas idosas, diabéticas, em cadeiras de rodas, estão sem atendimento”, desabafa a dona de casa Mariene Soares.
Alguns pacientes reclamam que andam muito e quando chegam não conseguem atendimento. Segundo os funcionários, que não podem dar depoimentos, trabalham aqui só três médicos: um clínico, um ginecologista e um pediatra. Quantidade insuficiente.
Os pacientes foram transferidos para o Centro de Saúde número oito, mas os prontuários foram levados para o Hospital Regional do Gama. Resultado: confusão.
A secretaria prometeu que o Centro de Saúde número quatro ficaria fechado por pouco tempo. Oito meses depois, a situação continua a mesma. O governo explica que a licitação já foi feita. Falta agora liberar o dinheiro para começar a reforma.
O posto foi interditado por problemas na estrutura do tellhado, que podia cair. Por dia, chegam a ser atendidas 300 pessoas. Kátia de Araújo, representante da Regional de Saúde, não sabe quando a obra fica pronta. “Estamos aguardando o empenho. Vamos fazer o mais rápido possível”.
http://dftv.globo.com/Dftv/0,6993,VDD0-2982-20031110-6427,00.html


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