Friday, March 17, 2006

Ozéas de Oliveira vem denunciando:"O transporte para crianças especiais está do jeito que eu fale...


No Centro Educacional Especial, na 612 Sul, 250 crianças precisam de muita atenção. Em alguns casos, a dedicação é tanta que o professor atende apenas um aluno. Por isso, são 130 professores. “Como são alunos de necessidades especiais eles requerem um tratamento especializado por parte dos professores e da comunidade”, fala o professor Evângelo Franco.

A escola tem estrutura para cuidar de crianças com várias deficiências. Por ser uma referência, pais de cidades satélites e do Entorno procuram o centro. Eles querem dar a melhor educação para os filhos. E a única queixa não está dentro da escola: é como chegar aqui.

A maioria das mães vem com os filhos de ônibus e espera a aula acabar do lado de fora do colégio. Uma sala, sem nenhum conforto foi improvisada. Lucileide mora em São Sebastião e tem de acordar às 5h para trazer o filho, com deficiência mental e visual. “Não tem como eu deixar ele sozinho e nem desistir da escola. Ele depende de mim para tudo, então não tem outro jeito”, diz Lucileide Silva.

A dona de casa Vânia Fernandes mora em Itapuã, onde também não passa o transporte escolar. Como não consegue carregar a filha e a cadeira de rodas dentro do ônibus, ela deixa a cadeira no colégio e carrega a filha até em casa. “A dificuldade é só subir no ônibus com ela, principalmente quando está cheio. Ando com ela no colo”, conta Vânia.

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