Hospital Regional do Gama: Faltam Anestesistas
Data : Quinta-feira 06 Julho 2006 - Bom Dia DF
Reportagem
Faltam anestesistas
Camila Guimarães / Giuliano Clay
Médicos residentes pedem o aumento do número de cirurgias eletivas
Médicos residentes do Hospital do Gama podem entrar em greve
Apenas as operações de emergência, de pacientes graves que chegam pelo pronto socorro do Hospital do Gama estão sendo feitas. As cirurgias chamadas eletivas, que são aquelas marcadas com antecedência, foram canceladas. Faltam anestesistas. Os 48 médicos residentes anunciaram um indicativo de greve e prometem parar. Eles explicam que a crise começou no início do ano e piorou em julho. Se antes o hospital tinha 21 anestesistas na ativa, hoje, restaram 11. A maioria saiu de férias. Apenas cinco estão trabalhando. Sem os anestesistas, não é possível fazer as operações.
“O nosso intuito é que aumente o número de cirurgias eletivas e que aumente o ambulatório de cardiologia”, afirma Rodrigo Dutra, médico residente.
Em maio, as cirurgias ginecológicas foram suspensas. Em abril, o hospital cancelou as operações gerais que estavam marcadas. Agora, as cirurgias ortopédicas também pararam por falta de anestesistas. Já são mais de 5 mil pessoas na fila de espera por uma cirurgia somente no Hospital Regional do Gama.
A médica residente Rosineire Marino está no segundo ano da residência em cirurgia geral. Diz que a situação nunca foi tão crítica. “É uma situação insustentável. Realmente, não tem como você formar um residente de cirurgia geral sem um centro cirúrgico eletivo”, diz Rosineire Mariano.
O subsecretário de Atenção à Saúde, Evandro Oliveira e Silva, se reuniu com os residentes ontem à tarde. Ele pediu um prazo até segunda-feira, dia 10, para resolver a carência de anestesistas. De imediato, criou uma nova tabela autorizando horas extras para cobrir as faltas.
“Nós conseguimos através de uma adequação da escala e de um aumento das horas-extras dobrarmos as cirurgias eletivas que podem ser realizadas no Hospital do Gama”, garante Evandro Oliveira e Silva.
O subsecretário garantiu também que a partir de segunda-feira, dia 10, o hospital terá reforço de dois médicos anestesistas.
Reportagem
Faltam anestesistas
Camila Guimarães / Giuliano Clay
Médicos residentes pedem o aumento do número de cirurgias eletivas
Médicos residentes do Hospital do Gama podem entrar em greve
Apenas as operações de emergência, de pacientes graves que chegam pelo pronto socorro do Hospital do Gama estão sendo feitas. As cirurgias chamadas eletivas, que são aquelas marcadas com antecedência, foram canceladas. Faltam anestesistas. Os 48 médicos residentes anunciaram um indicativo de greve e prometem parar. Eles explicam que a crise começou no início do ano e piorou em julho. Se antes o hospital tinha 21 anestesistas na ativa, hoje, restaram 11. A maioria saiu de férias. Apenas cinco estão trabalhando. Sem os anestesistas, não é possível fazer as operações.
“O nosso intuito é que aumente o número de cirurgias eletivas e que aumente o ambulatório de cardiologia”, afirma Rodrigo Dutra, médico residente.
Em maio, as cirurgias ginecológicas foram suspensas. Em abril, o hospital cancelou as operações gerais que estavam marcadas. Agora, as cirurgias ortopédicas também pararam por falta de anestesistas. Já são mais de 5 mil pessoas na fila de espera por uma cirurgia somente no Hospital Regional do Gama.
A médica residente Rosineire Marino está no segundo ano da residência em cirurgia geral. Diz que a situação nunca foi tão crítica. “É uma situação insustentável. Realmente, não tem como você formar um residente de cirurgia geral sem um centro cirúrgico eletivo”, diz Rosineire Mariano.
O subsecretário de Atenção à Saúde, Evandro Oliveira e Silva, se reuniu com os residentes ontem à tarde. Ele pediu um prazo até segunda-feira, dia 10, para resolver a carência de anestesistas. De imediato, criou uma nova tabela autorizando horas extras para cobrir as faltas.
“Nós conseguimos através de uma adequação da escala e de um aumento das horas-extras dobrarmos as cirurgias eletivas que podem ser realizadas no Hospital do Gama”, garante Evandro Oliveira e Silva.
O subsecretário garantiu também que a partir de segunda-feira, dia 10, o hospital terá reforço de dois médicos anestesistas.


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