Igreja Batista 2 de Julho oferece tradutores para deficientes auditivos que precisam do INSS
Notícias para o servidor
20 de julho de 2006 - 15:01
APOIO: Tradutora auxilia atendimento para deficientes no INSS
Igreja Batista 2 de Julho oferece tradutores para deficientes auditivos de Salvador
De Salvador (BA) - Um mundo sem sons. Assim é a vida dos deficientes auditivos. Por não escutarem, os surdos não são capazes de reproduzir os sons da fala, um importante instrumento para a comunicação entre os seres humanos. Marguerita Fialio Cunha (36) se dedica há 10 anos ao trabalho de tradução entre surdos e ouvintes.
Hoje (20) pela manhã ela acompanhou a deficiente Débora Maria Andrade Marinho para auxiliá-la durante o atendimento na Agência da Previdência Social (APS) no Centro Histórico de Salvador. Quem aprovou a iniciativa foi o servidor do INSS, Salvador Lopes, que atendeu a deficiente auditiva acompanhada por Marguerita. “Estou aqui na agência há três meses e nunca tinha me deparado com um caso como este. Achei ótima a iniciativa, pois facilita a nossa comunicação com o segurado”, elogiou.
Ontem (19), Maria chegou na Agência do Centro Histórico por volta das 16h30 e sem a intérprete, o que tornaria difícil a comunicação durante o atendimento. Mas percebendo a aflição da segurada, o servidor Nilton Oliveira buscou por meio de gestos manter um contato e entender o que a deficiente buscava. Depois de tomar conhecimento do caso o servidor orientou a segurada a retornar hoje, junto com a acompanhante, para então ser atendida.
Débora Maria deu entrada no requerimento de pensão por morte. Em maio deste ano a deficiente perdeu a mãe. Ela foi encaminhada para realização da perícia médica para aguardar o parecer do perito médico atestando o seu direito ou não ao benefício.
Tradução - Marguerita conta que se interessou pela Linguagem Brasileira de Sinais (Libra) por curiosidade quando via pelas ruas os deficientes se comunicando. A intérprete fez um curso de três meses na Igreja Batista 2 de julho, na Carlos Gomes, Centro da Capital.
A Igreja mantém um trabalho onde os tradutores acompanham os deficientes em consultas médicas, delegacias, no trabalho e em órgãos assistenciais. “Muitos já conhecem o trabalho e nos procuram”, diz Marguerita. O serviço de orientação para surdos funciona de segunda a sexta-feira das 13 às 21h. (SCS/BA)
20 de julho de 2006 - 15:01
APOIO: Tradutora auxilia atendimento para deficientes no INSS
Igreja Batista 2 de Julho oferece tradutores para deficientes auditivos de Salvador
De Salvador (BA) - Um mundo sem sons. Assim é a vida dos deficientes auditivos. Por não escutarem, os surdos não são capazes de reproduzir os sons da fala, um importante instrumento para a comunicação entre os seres humanos. Marguerita Fialio Cunha (36) se dedica há 10 anos ao trabalho de tradução entre surdos e ouvintes.
Hoje (20) pela manhã ela acompanhou a deficiente Débora Maria Andrade Marinho para auxiliá-la durante o atendimento na Agência da Previdência Social (APS) no Centro Histórico de Salvador. Quem aprovou a iniciativa foi o servidor do INSS, Salvador Lopes, que atendeu a deficiente auditiva acompanhada por Marguerita. “Estou aqui na agência há três meses e nunca tinha me deparado com um caso como este. Achei ótima a iniciativa, pois facilita a nossa comunicação com o segurado”, elogiou.
Ontem (19), Maria chegou na Agência do Centro Histórico por volta das 16h30 e sem a intérprete, o que tornaria difícil a comunicação durante o atendimento. Mas percebendo a aflição da segurada, o servidor Nilton Oliveira buscou por meio de gestos manter um contato e entender o que a deficiente buscava. Depois de tomar conhecimento do caso o servidor orientou a segurada a retornar hoje, junto com a acompanhante, para então ser atendida.
Débora Maria deu entrada no requerimento de pensão por morte. Em maio deste ano a deficiente perdeu a mãe. Ela foi encaminhada para realização da perícia médica para aguardar o parecer do perito médico atestando o seu direito ou não ao benefício.
Tradução - Marguerita conta que se interessou pela Linguagem Brasileira de Sinais (Libra) por curiosidade quando via pelas ruas os deficientes se comunicando. A intérprete fez um curso de três meses na Igreja Batista 2 de julho, na Carlos Gomes, Centro da Capital.
A Igreja mantém um trabalho onde os tradutores acompanham os deficientes em consultas médicas, delegacias, no trabalho e em órgãos assistenciais. “Muitos já conhecem o trabalho e nos procuram”, diz Marguerita. O serviço de orientação para surdos funciona de segunda a sexta-feira das 13 às 21h. (SCS/BA)


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