Brasil brilha cada vez mais nos Jogos Parapan-Americanos

14.08.2007
No segundo dia de competições no Parapan, nossos atletas mantiveram os excelentes resultados na natação e no atletismo.
No segundo dia de competições no Parapan, nossos atletas mantiveram os excelentes resultados na natação e no atletismo.
Aqui, o atletismo não é um esporte individual. Para o atleta com deficiência visual ter sucesso, precisa de um bom guia. E de um guia em forma. É caso de Justino Barbosa, o companheiro de Lucas Prado nas competições. Nos 100 metros, Lucas igualou o recorde mundial que ele estabeleceu ontem: 11s29. O agradecimento vai para quem são seus olhos na pista.
“Se chega alguém, aí eu pergunto pra ele, ganhamos? Aí ele fala, ganhamos! Aí é só sair para o abraço”, celebra Lucas Prado.
Na mesma prova, Felipe Gomes é prata e Hilário Neto, bronze. Pódio todo brasileiro.
Já nos 200 metros da categoria T12, para quem não é totalmente cego, o guia é opcional. Pedro Moraes prefere correr sozinho e dá certo. Mais um campeão. Nos 100 metros para cadeirantes, o ouro vem a 32 quilômetros por hora. A velocidade do brasileiro Ariosvaldo da Silva. Cadeira com três rodas e rapidíssima.
Terça nobre no Engenhão: 16 medalhas, seis de ouro. Sucesso que mais uma vez também se repetiu na piscina. Quatro medalhas douradas. Clodoaldo Silva conseguiu seu segundo ouro e seu segundo recorde mundial, hoje no 150 medley. Ele ainda tem mais oito provas pela frente. Clodoaldo, com ele é tudo no plural: medalhas, recordes e comemorações.
E o Brasil mantém o primeiro lugar no quadro de medalhas, agora com
No segundo dia de competições no Parapan, nossos atletas mantiveram os excelentes resultados na natação e no atletismo.
No segundo dia de competições no Parapan, nossos atletas mantiveram os excelentes resultados na natação e no atletismo.
Aqui, o atletismo não é um esporte individual. Para o atleta com deficiência visual ter sucesso, precisa de um bom guia. E de um guia em forma. É caso de Justino Barbosa, o companheiro de Lucas Prado nas competições. Nos 100 metros, Lucas igualou o recorde mundial que ele estabeleceu ontem: 11s29. O agradecimento vai para quem são seus olhos na pista.
“Se chega alguém, aí eu pergunto pra ele, ganhamos? Aí ele fala, ganhamos! Aí é só sair para o abraço”, celebra Lucas Prado.
Na mesma prova, Felipe Gomes é prata e Hilário Neto, bronze. Pódio todo brasileiro.
Já nos 200 metros da categoria T12, para quem não é totalmente cego, o guia é opcional. Pedro Moraes prefere correr sozinho e dá certo. Mais um campeão. Nos 100 metros para cadeirantes, o ouro vem a 32 quilômetros por hora. A velocidade do brasileiro Ariosvaldo da Silva. Cadeira com três rodas e rapidíssima.
Terça nobre no Engenhão: 16 medalhas, seis de ouro. Sucesso que mais uma vez também se repetiu na piscina. Quatro medalhas douradas. Clodoaldo Silva conseguiu seu segundo ouro e seu segundo recorde mundial, hoje no 150 medley. Ele ainda tem mais oito provas pela frente. Clodoaldo, com ele é tudo no plural: medalhas, recordes e comemorações.
E o Brasil mantém o primeiro lugar no quadro de medalhas, agora com
23 ouros,
19 pratas e
24 bronzes
– 66 no total.


1 Comments:
estou aqui em portugal e aqui a um esporte que se chama futebol de cadeiras de rodas e gostaria muito de divulgar este esporte ai no brasil,meu nome e Rui manuel do santos cunha ,aguardo a resposta temos a colaboração do FIFA.ESTAREI INDA PARA O BRASIL DIA 22.04 ,GOSTARIA TAMBEM DE MOSTRAR AS FOTOS DOS JOGOS DO JAPAO ONDE ESTIVEMOS .GRATO
RUICUNHA68@HOTMAIL.COM
FONE-5511-913391121
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