Monday, August 13, 2007

COMEÇOU O PARA-PAN - VIVA OS ATLETAS ESPECIAIS.

No meu entendimento, deveria ser dada a mesma repercursão a essa modalidade, até mais que o PAN dos "normais". Se os outros atletas merecem reconhecimento, esses merecem ser considerados super-atletas, pois vence varios tipos de obstáculos.

13.08.2007

Festa parapan-americana






Começam os Jogos Parapan-Americanos. Pela primeira vez, a competição acontece nas mesmas instalações dos Jogos Pan-Americanos, no Rio de Janeiro. Na cerimônia de abertura já deu para ter uma idéia da alegria e da emoção que vêm por aí.



Começam os Jogos Parapan-Americanos. É uma edição para entrar na história. Pela primeira vez, a competição acontece nas mesmas instalações dos Jogos Pan-Americanos, no Rio de Janeiro. Na cerimônia de abertura já deu para ter uma idéia da alegria e da emoção que vêm por aí.

Uma festa para quem fez do esporte uma mudança de vida. Um símbolo de perseverança. A cerimônia de abertura do Parapan foi um momento de emoção, de reconhecimento do esforço para 1,3 mil atletas de 25 países.

No palco da Arena Olímpica do Rio de Janeiro, bailarinos dançaram em cadeiras de rodas. O Hino Nacional tocado no bandolim de Hamilton de Holanda. O tema da festa foi o mesmo do Pan – “Viva essa energia”, com uma versão menor da cerimônia.

Os atletas desfilaram e depois foram para a arquibancada. Os cadeirantes ficaram no meio da festa. O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, abriu os Jogos oficialmente. E vieram os momentos mais tocantes da festa. Teresinha Guilhermina, velocista dos 100 metros, cega, fez o juramento do atleta. E Luís Cláudio Pereira, ex-recordista mundial do peso, disco e dardo, acendeu a pira parapan-americana.

Um dia histórico para o esporte para-olímpico do Brasil um dia inesquecível para o nosso porta-bandeira, o nadador Clodoaldo Silva.

“Foi uma emoção indescritível, diferenciada. Já ganhei seis ouros nas para-olímpiadas de Atenas. Mas aqui foi uma emoção diferente, no meu país”, disse o Clodoaldo Silva.

Quem não pode ver se emocionou com o que ouviu.

“Maravilhoso. Ouvir pessoas gritando, outros me cumprimentando. Emoção muito grande pra mim”, conta a velocista Ádria Santos.

O melhor começa hoje. A disputa por medalhas em 10 modalidades, com nível altíssimo. No Parapan, os Estados Unidos vêm com força máxima.

"Muitos eventos aqui classificam para Pequim e algumas provas são importantes para nossos atletas mais jovens", explica Charlie Hubner, chefe da delegação norte-americana.

Nos próximos sete dias, todos os atletas têm muito a nos ensinar.

“Atletas que acima de tudo amam o esporte e quem a deficiência é apenas uma característica”, diz Clodoaldo Silva.

As entradas para as competições são gratuitas. Vale a pena acompanhar.

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