Paraatletas são exemplo de superação
Os Jogos Parapan-Americanos têm mostrado como o esporte é decisivo para ajudar o ser humano a superar limites. Um exemplo que é seguido também por atletas que não participam de competições oficiais.
Os Jogos Parapan-Americanos têm mostrado como o esporte é decisivo para ajudar o ser humano a superar limites. Um exemplo que é seguido também por atletas que não participam de competições oficiais.
Abraços, autógrafos. Carinho da torcida para um ídolo do futebol. Mesmo marcado o tempo todo, vence a defesa e faz mais um gol.
Zeca tem paralisia cerebral e uma perna comprometida. De família pobre, oito irmãos, ele já foi pedreiro, entregador de quentinha e ambulante, até que o esporte mudou a vida dele.
"Consegui buscar meu espaço, hoje em dia tenho minha casa própria, tenho minha família e sustento minha família através do futebol”, diz o atleta.
Luiz Cláudio Pereira ficou tetraplégico em uma luta de judô. Encontrou saída e saúde no lançamento de disco, peso e dardo. "Nove medalhas paraolímpicas, sendo seis de ouro e três de prata", comemora Luiz.
Até os cinco anos, Ricardo Mangueira nem andava. A garotada debochava das dificuldades dele e dos problemas de fala. Mas aos 18 anos estava na seleção brasileira de paralisados cerebrais. "Quando tu tem oportunidade, você acaba sendo impulsionado", diz ele.
Ricardo, Luiz, Zeca: três dos exemplos de superação mostrados em um livro organizado pelo Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
“Acho que isso mostra ao Brasil que ele pode acreditar em si mesmo, em cada um dos brasileiros”, diz Tereza Amaral, diretora do IBDD.
“Eu pretendo encerrar minha carreira com a medalha de ouro em 2008, se Deus quiser, em Pequim”, se prepara Zeca.
Os Jogos Parapan-Americanos têm mostrado como o esporte é decisivo para ajudar o ser humano a superar limites. Um exemplo que é seguido também por atletas que não participam de competições oficiais.
Abraços, autógrafos. Carinho da torcida para um ídolo do futebol. Mesmo marcado o tempo todo, vence a defesa e faz mais um gol.
Zeca tem paralisia cerebral e uma perna comprometida. De família pobre, oito irmãos, ele já foi pedreiro, entregador de quentinha e ambulante, até que o esporte mudou a vida dele.
"Consegui buscar meu espaço, hoje em dia tenho minha casa própria, tenho minha família e sustento minha família através do futebol”, diz o atleta.
Luiz Cláudio Pereira ficou tetraplégico em uma luta de judô. Encontrou saída e saúde no lançamento de disco, peso e dardo. "Nove medalhas paraolímpicas, sendo seis de ouro e três de prata", comemora Luiz.
Até os cinco anos, Ricardo Mangueira nem andava. A garotada debochava das dificuldades dele e dos problemas de fala. Mas aos 18 anos estava na seleção brasileira de paralisados cerebrais. "Quando tu tem oportunidade, você acaba sendo impulsionado", diz ele.
Ricardo, Luiz, Zeca: três dos exemplos de superação mostrados em um livro organizado pelo Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
“Acho que isso mostra ao Brasil que ele pode acreditar em si mesmo, em cada um dos brasileiros”, diz Tereza Amaral, diretora do IBDD.
“Eu pretendo encerrar minha carreira com a medalha de ouro em 2008, se Deus quiser, em Pequim”, se prepara Zeca.


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