Parapan revela o talento dos brasileiros

16.08.2007
Os atletas dos Jogos Parapan-Americanos mantêm a tradição brasileira de sucesso em determinados esportes. Independentemente da limitação, eles representam o talento nacional. De chuteiras e de quimono.
Os atletas dos Jogos Parapan-Americanos mantêm a tradição brasileira de sucesso em determinados esportes. Independentemente da limitação, eles representam o talento nacional. De chuteiras e de quimono.
Os atletas do Parapan mantêm a tradição brasileira de sucesso em determinados esportes. Independentemente da limitação, eles representam o talento nacional. De chuteiras e de quimono.
Judô para deficientes visuais. No primeiro dia da modalidade no Parapan do Rio, ouro brasileiro: Karla Cardoso, na categoria até 48 quilos.
Do tatame para o campo. A paixão nacional em uma versão diferente. Futebol de sete, para quem tem paralisia cerebral, que provoca limitação motora nos atletas. Como o nome diz, são sete para cada lado. O campo é menor, não há impedimento e as laterais podem ser cobradas por baixo. São dois tempos de meia hora. Todos se inspiram em colegas mais famosos.
“Admiro muito o futebol do Romário e procuro observar bem as jogadas dele”, diz o atacante Fabiano.

Está observando bem, o Fabiano. A jogada termina no primeiro gol do Brasil contra o Canadá. E o gol dele? Cheio de estilo...
Seja qual for o futebol, masculino ou feminino, futsal ou de areia, é comum termos o melhor jogador do mundo. Aqui não seria diferente.
Leandro Marinho é considerado o número um no futebol de sete. Algo raro para um zagueiro. Ele é de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Por isso, papai Valdir está ali, torcendo de pertinho.
O Brasil vence os canadenses com facilidade: 7 x 0. Agora, enfrenta a Argentina na final. Medalha garantida e com muitos motivos para ser festejada.
“A conquista maior é essa porta que estamos abrindo para milhões de deficientes”, diz o zagueiro Leandro.


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