Uma aula de cidadania no Parapan-Americano do Rio
18.08.2007
Jovens levados por professores de academias, colégios e projetos sociais às competições do Parapan aprendem a respeitar o próximo e a valorizar as conquistas diárias.
O Brasil ultrapassou hoje a marca de 200 medalhas no Parapan-Americano do Rio.
Durante o Parapan tem sido assim. Entrada franca. Portas abertas para o aprendizado. "Dá disciplina, humildade e coração bom", diz um jovem.
Muitos são trazidos pelos professores - da academia, do colégio, dos projetos sociais, como o dirigido pelo judoca Flávio Canto. Piscinas, quadras e ginásios são salas de aula. E sábado também é dia de lição. "Qualquer um pode nadar, mesmo se for deficiente ou pessoa sem nenhuma dificuldade", diz outro aluno.
Nos Jogos Paraolímpicos e Parapan-Americanos, o Judô é disputado por deficientes visuais. O que a torcida faz por eles os olhos não vêem, mas os ouvidos e o coração sentem.
No embalo da garotada, o tricampeão paraolímpico Antônio Tenório conquista o ouro na categoria meio-pesado. Entre as mulheres, prata para Lourdes Souza.
"Eles vão crescer aprendendo isso, crescer aprendendo a respeitar o portador de deficiência como um ser igual a ele", comemora o judoca.
Eficientes mesa-tenistas. Dois ouros na competição por equipes. Eficientes jogadores de basquete - bronze no masculino. E no futebol de sete, para jogadores com paralisia cerebral, ouro com goleada sobre a Argentina: 5 x 0.
Mais um dia de conquistas para quem vive de conquistas diárias. Atletas parapan-americanos ou jovens que crescem em meio à pobreza, agarrando as oportunidades que o esporte traz.
Jovens levados por professores de academias, colégios e projetos sociais às competições do Parapan aprendem a respeitar o próximo e a valorizar as conquistas diárias.
O Brasil ultrapassou hoje a marca de 200 medalhas no Parapan-Americano do Rio.
Durante o Parapan tem sido assim. Entrada franca. Portas abertas para o aprendizado. "Dá disciplina, humildade e coração bom", diz um jovem.
Muitos são trazidos pelos professores - da academia, do colégio, dos projetos sociais, como o dirigido pelo judoca Flávio Canto. Piscinas, quadras e ginásios são salas de aula. E sábado também é dia de lição. "Qualquer um pode nadar, mesmo se for deficiente ou pessoa sem nenhuma dificuldade", diz outro aluno.
Nos Jogos Paraolímpicos e Parapan-Americanos, o Judô é disputado por deficientes visuais. O que a torcida faz por eles os olhos não vêem, mas os ouvidos e o coração sentem.
No embalo da garotada, o tricampeão paraolímpico Antônio Tenório conquista o ouro na categoria meio-pesado. Entre as mulheres, prata para Lourdes Souza.
"Eles vão crescer aprendendo isso, crescer aprendendo a respeitar o portador de deficiência como um ser igual a ele", comemora o judoca.
Eficientes mesa-tenistas. Dois ouros na competição por equipes. Eficientes jogadores de basquete - bronze no masculino. E no futebol de sete, para jogadores com paralisia cerebral, ouro com goleada sobre a Argentina: 5 x 0.
Mais um dia de conquistas para quem vive de conquistas diárias. Atletas parapan-americanos ou jovens que crescem em meio à pobreza, agarrando as oportunidades que o esporte traz.


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