HRG - Demissão irresponsavel do Diretor Norimassa

EU CONCORDO COM O LIDER SINDICAL: SE HOUVER CONDIÇÕES DE TRABALHO, A POPULAÇÃO SERÁ BEM ATENDIDA.
TEM QUE DEMITIR DEPUTADOS DISTRITAIS QUE NAO TAO NEM AI PRA SAUDE DO DF, DEMITIR O GOVERNADOR, O SERCRETARIO DE SAÚDE, E SÓ ENTAO DEMITIR OS DIRETORES. MAS TEM QUE COMEÇAR DE CIMA.
A partir de fevereiro, os hospitais e centros de saúde do Distrito Federal serão obrigados a divulgar os horários de trabalho de médicos e enfermeiros.
(ESSA EXIBIÇÃO DE HORARIO MÉDICO JA FOI MOTIVO DE DISCUSSÃO E SOLICITAÇÃO FEITA PELO CONSELHO DE SAÚDE DO GAMA)
“Em todos os centros, postos de saúde, emergências e ambulatórios dos hospitais nós teremos as escalas dos profissionais estampadas em local bem visível, indicando o nome do profissional e o seu horário de trabalho”, garante o secretário de Saúde, José Geraldo Maciel (foto).
O vice-presidente do Sindicato dos Médicos, Gutemberg Fialho, concorda com o controle rigoroso da freqüência, mas alega que o problema não é a falta de médicos. “Médico só falta o trabalho quando adoece. O número de médicos é insuficiente para atender a demanda.
A partir de fevereiro, os hospitais e centros de saúde do Distrito Federal serão obrigados a divulgar os horários de trabalho de médicos e enfermeiros.
(ESSA EXIBIÇÃO DE HORARIO MÉDICO JA FOI MOTIVO DE DISCUSSÃO E SOLICITAÇÃO FEITA PELO CONSELHO DE SAÚDE DO GAMA)
“Em todos os centros, postos de saúde, emergências e ambulatórios dos hospitais nós teremos as escalas dos profissionais estampadas em local bem visível, indicando o nome do profissional e o seu horário de trabalho”, garante o secretário de Saúde, José Geraldo Maciel (foto).
O vice-presidente do Sindicato dos Médicos, Gutemberg Fialho, concorda com o controle rigoroso da freqüência, mas alega que o problema não é a falta de médicos. “Médico só falta o trabalho quando adoece. O número de médicos é insuficiente para atender a demanda.
Às vezes, ele não atende porque não tem condições de trabalho.
O sindicato reivindica e solicita à Secretaria de Saúde que divulgue a relação das carências dos hospitais junto com a escala dos médicos”.
Um dos problemas apontados pela auditoria encomendada pela Secretaria de Saúde foi a quantidade de atestados médicos dados a funcionários do Hospital do Gama. São 50 por semana, número questionado pelo sindicato.
“O número de atestados é sempre notificado. Tem que primeiro avaliar a saúde ocupacional do trabalhador para depois confrontar com os números. Depois disso, poderão avaliar se a falta ao trabalho é elevada ou não”, afirma o vice-presidente do Sindicato dos Médicos, Gutemberg Fialho.
O secretário de Saúde

acrescenta que outras dificuldades serão avaliadas. “Não é apenas o médico. Não vamos jogar toda a responsabilidade em cima dele. Diversos profissionais fazem isso. A nossa esperança de que o sistema vai melhorar se baseia na grande maioria dos nossos profissionais da saúde, que são pessoas dedicadas, competentes e compromissadas com a causa pública”.
A auditoria foi feita depois de reclamações da população por falta de médicos nos postos de saúde e nas emergências dos hospitais. De acordo com o levantamento, em Taguatinga 73% dos funcionários não cumpriam o horário de trabalho. Já no Hospital da Ceilândia, a denúncia era de que bancas de bijuterias e calçados funcionavam dentro do local.
Diante das informações, o secretário de Saúde exonerou o diretor Joaquim Pereira da Silva e a vice-diretora Matilde Rodrigues Braga, do Hospital de Taguatinga; o interventor João Luiz Arantes de Freitas, do Hospital do Gama e Willem Madison Teixeira, diretor do Hospital da Ceilândia.
O secretário de saúde disse ainda que realizará dois concursos públicos para contratar médicos de diversas especialidades. O primeiro concurso ocorrerá no dia 27 de janeiro e o outro no dia 24 de fevereiro.
Um dos problemas apontados pela auditoria encomendada pela Secretaria de Saúde foi a quantidade de atestados médicos dados a funcionários do Hospital do Gama. São 50 por semana, número questionado pelo sindicato.
“O número de atestados é sempre notificado. Tem que primeiro avaliar a saúde ocupacional do trabalhador para depois confrontar com os números. Depois disso, poderão avaliar se a falta ao trabalho é elevada ou não”, afirma o vice-presidente do Sindicato dos Médicos, Gutemberg Fialho.
O secretário de Saúde

acrescenta que outras dificuldades serão avaliadas. “Não é apenas o médico. Não vamos jogar toda a responsabilidade em cima dele. Diversos profissionais fazem isso. A nossa esperança de que o sistema vai melhorar se baseia na grande maioria dos nossos profissionais da saúde, que são pessoas dedicadas, competentes e compromissadas com a causa pública”.
A auditoria foi feita depois de reclamações da população por falta de médicos nos postos de saúde e nas emergências dos hospitais. De acordo com o levantamento, em Taguatinga 73% dos funcionários não cumpriam o horário de trabalho. Já no Hospital da Ceilândia, a denúncia era de que bancas de bijuterias e calçados funcionavam dentro do local.
Diante das informações, o secretário de Saúde exonerou o diretor Joaquim Pereira da Silva e a vice-diretora Matilde Rodrigues Braga, do Hospital de Taguatinga; o interventor João Luiz Arantes de Freitas, do Hospital do Gama e Willem Madison Teixeira, diretor do Hospital da Ceilândia.
O secretário de saúde disse ainda que realizará dois concursos públicos para contratar médicos de diversas especialidades. O primeiro concurso ocorrerá no dia 27 de janeiro e o outro no dia 24 de fevereiro.


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