Tuesday, March 10, 2009

Pesquisa aborda sexualidade do deficiente mental

Uma pesquisa elaborada pela estudante do 4º ano de Pedagogia da UEM (Universidade Estadual de Maringá), Paula Edicléia França Bacaro, buscou mostrar como é tratada a sexualidade dos deficientes mentais no aspecto social e familiar.Segundo Paula Edicléia, o deficiente mental pode ter seu desenvolvimento normal, o que dificulta este desenvolvimento é a falta de orientação e informação necessária, tanto para o deficiente mental como também para a família, prejudicando o desenvolvimento afetivo e emocional dos portadores de deficiência mental.“A sociedade continua bastante conservadora e rotula o sexo como um mito. Seja por ingenuidade ou despreparo, seja pela falta de conhecimento ou até mesmo pela falta de interesse em suprir esta ausência de conhecimento, a sociedade trata a sexualidade a partir de crenças, preconceitos e até mesmo idéias distorcidas”, disse a estudante.De acordo com Paula Edicléia, o preconceito, a falta de aceitação por parte da sociedade ainda é relevante. Quando um indivíduo normal se depara com um deficiente mental não sabe como reagir a essa diferença e a reação mais freqüente é ignorá-lo. Mesmo considerando os deficientes mentais submetidos ao isolamento social, estudos comprovam que estes gostariam de ter relações sexuais, bem como casar e ter filhos.Segundo a estudante, há uma urgência em elaborar programas de educação sexual para os deficientes mentais, e também transferir o conhecimento sobre sexualidade aos seus pais. “A população de deficientes mentais adultos vem aumentando e tanto a família, quanto a sociedade continuam sem saber como agir.”
# posted by Viviane Farias @

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