Pesquisa aborda sexualidade do deficiente mental
Uma pesquisa elaborada pela estudante do 4º ano de Pedagogia da UEM (Universidade Estadual de Maringá), Paula Edicléia França Bacaro, buscou mostrar como é tratada a sexualidade dos deficientes mentais no aspecto social e familiar.Segundo Paula Edicléia, o deficiente mental pode ter seu desenvolvimento normal, o que dificulta este desenvolvimento é a falta de orientação e informação necessária, tanto para o deficiente mental como também para a família, prejudicando o desenvolvimento afetivo e emocional dos portadores de deficiência mental.“A sociedade continua bastante conservadora e rotula o sexo como um mito. Seja por ingenuidade ou despreparo, seja pela falta de conhecimento ou até mesmo pela falta de interesse em suprir esta ausência de conhecimento, a sociedade trata a sexualidade a partir de crenças, preconceitos e até mesmo idéias distorcidas”, disse a estudante.De acordo com Paula Edicléia, o preconceito, a falta de aceitação por parte da sociedade ainda é relevante. Quando um indivíduo normal se depara com um deficiente mental não sabe como reagir a essa diferença e a reação mais freqüente é ignorá-lo. Mesmo considerando os deficientes mentais submetidos ao isolamento social, estudos comprovam que estes gostariam de ter relações sexuais, bem como casar e ter filhos.Segundo a estudante, há uma urgência em elaborar programas de educação sexual para os deficientes mentais, e também transferir o conhecimento sobre sexualidade aos seus pais. “A população de deficientes mentais adultos vem aumentando e tanto a família, quanto a sociedade continuam sem saber como agir.”
# posted by Viviane Farias @
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