Sndrome de Munchausem: Porque demora-se tanto para descobrir
Geralmente a impressão de que a doença e os sintomas prolongados da criança estejam sendo fabricados tende a aparecer precocemente e a se consolidar de forma gradual e lenta. A possibilidade, mesmo quando levantada no início, não é explorada sistematicamente nem com a agressividade necessária.
O completo desconhecimento da maioria dos médicos e outros profissionais de saúde (de todas as especialidades) de que essa doença (incrível) existe, tem características absolutamente típicas, e não é tão rara como se pensa.
Relutância, difícil de explicar mas universal dos médicos e enfermagem, em acreditar que a mãe possa estar fraudando sintomas, provocando doenças e sabotando o tratamento.
A mãe geralmente parece simpática, atenciosa, equilibrada e "incapaz de fazer uma coisa dessas".
Dificuldade em admitir que as investigações e tratamentos anteriores, caros e agressivos, não deveriam ou não precisariam ter sido feitos e que durante muito tempo todos os diagnósticos estavam errados e todos estavam completamente enganados.
O constrangimento que é suspeitar que uma mãe (que parece normal) esteja abusando de ser filho. A dificuldade de se fazer tal acusação quando se suspeita, há indícios, mas não se tem certeza absoluta.
A mãe tende a reagir com agressividade contra os profissionais de saúde que dão sinais de estar suspeitando da fraude. Estes passam a ser considerados adversários e tudo que dizem a partir daí fica sob suspeição de ser uma forma de retaliação à mãe.
As mães portadoras da doença sempre formam um vínculo afetivo forte com uma parte do corpo médico e de enfermagem e estas pessoas se tornam seus protetores, agem como seus advogados. (A literatura relata que ela visita a casa dos médicos e das enfermeiras, saem com eles para cinema, discoteca, etc, cozinha para os residentes, frequenta o estar médico ou quartos de plantão, as vezes os trata pelo nome).
Alguns membros do corpo médico e de enfermagem acham absurda a hipótese de fraude e sabotagem e, preocupados com a evolução da doença da criança (parece grave, ninguém descobre o que é, parece piorar a cada dia) passam a agir de forma a evitar que se investigue a possibilidade de fraude, chegam a colocar-se como testemunhas de eventos que na realidade não presenciaram, como se assim ajudassem a dirigir o encaminhamento do caso no sentido que consideram ser o correto ou seja investigar-descobrir-tratar e curar.
Acreditar que se a mãe estivesse provocando os sintomas a criança a denunciaria. É importante saber que não é raro de que a criança auxilie a mãe na fabricação dos sintomas.
O completo desconhecimento da maioria dos médicos e outros profissionais de saúde (de todas as especialidades) de que essa doença (incrível) existe, tem características absolutamente típicas, e não é tão rara como se pensa.
Relutância, difícil de explicar mas universal dos médicos e enfermagem, em acreditar que a mãe possa estar fraudando sintomas, provocando doenças e sabotando o tratamento.
A mãe geralmente parece simpática, atenciosa, equilibrada e "incapaz de fazer uma coisa dessas".
Dificuldade em admitir que as investigações e tratamentos anteriores, caros e agressivos, não deveriam ou não precisariam ter sido feitos e que durante muito tempo todos os diagnósticos estavam errados e todos estavam completamente enganados.
O constrangimento que é suspeitar que uma mãe (que parece normal) esteja abusando de ser filho. A dificuldade de se fazer tal acusação quando se suspeita, há indícios, mas não se tem certeza absoluta.
A mãe tende a reagir com agressividade contra os profissionais de saúde que dão sinais de estar suspeitando da fraude. Estes passam a ser considerados adversários e tudo que dizem a partir daí fica sob suspeição de ser uma forma de retaliação à mãe.
As mães portadoras da doença sempre formam um vínculo afetivo forte com uma parte do corpo médico e de enfermagem e estas pessoas se tornam seus protetores, agem como seus advogados. (A literatura relata que ela visita a casa dos médicos e das enfermeiras, saem com eles para cinema, discoteca, etc, cozinha para os residentes, frequenta o estar médico ou quartos de plantão, as vezes os trata pelo nome).
Alguns membros do corpo médico e de enfermagem acham absurda a hipótese de fraude e sabotagem e, preocupados com a evolução da doença da criança (parece grave, ninguém descobre o que é, parece piorar a cada dia) passam a agir de forma a evitar que se investigue a possibilidade de fraude, chegam a colocar-se como testemunhas de eventos que na realidade não presenciaram, como se assim ajudassem a dirigir o encaminhamento do caso no sentido que consideram ser o correto ou seja investigar-descobrir-tratar e curar.
Acreditar que se a mãe estivesse provocando os sintomas a criança a denunciaria. É importante saber que não é raro de que a criança auxilie a mãe na fabricação dos sintomas.


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