Friday, February 24, 2006

Depoimento na Secretaria apura envolvimento do PRODEESP


... quanto a certificados de curso a distancia à servidores da Secretaria de Saúde.
Compareceram para prestar depoimento na Secretaria de Saúde o DF o senhor Ozéas Rodrigues de Oliveira, que é presidente da Associação PRODESME, oórgão representativo de crianças especiais, e também membro do Conselho Regional de Saúde do Gama - órgão vinculado àquela Secretaria, para prestar informações sobre o caso envolvendo o PRODEESP. Segundo denunca apresentada pelo Ministério Público e divulgado na impresa local, há a suspeita de venda de certificado aos servidores da Saúde, com vistas à percepção de aumento de salário, uma vez que mediante a apresentação do certificado, há a suposição de que o servidor passou por treinamento em determinada área a fim de prestar melhor atendimento à população. " As informações que apresentei foram resultado de algumas averiguações que resultaram de suspeitas. Conforme afirmação do Gerente do Prodeesp, a instituição não deve nada a ninguém. Sendo assim, esperamos que fique provado a verdade sobre o fato que tem causado alvorço entre os servidores da Saúde que dependendo do resultado da sindicancia, terão que devolver parte do salario recebido em função da apresentação do certificado." disse Ozéas de Oliveira, que primeiro prestou depoimento. Espera-se que seja ouvido também o sr. Pedro que o acompanhou e cuja filha teve sua assinatura falsificada nos certificados. Os cofres públicos não podem ser saqueados por servidores da Saúde, muito menos por oportunistas outros.

Thursday, February 23, 2006

Isso a imprensa nao publica sobre noss HRG

Como são as condições de salubridade e sanitária dessas barracas? Ambiente suspeito...




Tuesday, February 21, 2006

Gravata de médico pode espalhar superinfecção

E o estetoscópio também.. vai de corpo em corpo, além de ser frio, no corpo dos bebês...







LONDRES (Reuters) - Os médicos deveriam deixar de usar gravatas e os aventais brancos no trabalho, porque esses itens do vestuário podem ser responsáveis pela disseminação de supermicroorganismos hospitalares, disse na segunda-feira a Associação Médica Britânica (BMA).

A BMA, que representa três quartos dos médicos britânicos, afirmou num relatório que as gravatas não trazem nenhum benefício para o tratamento dos pacientes e que, como elas são lavadas com pouca frequência, podem ser um reduto para os microorganismos.

Só na Grã-Bretanha, até 5.000 pessoas ao ano morrem em consequência de infecções hospitalares, como pelo Staphylococcus aureus resistente a meticilina, o que custa ao Serviço Nacional de Saúde até 1 bilhão de libras ao ano, afirmou a entidade.

Para evitar a disseminação desses agentes, a providência mais importante que os médicos e suas equipes podem tomar é lavar as mãos de forma adequada.

Outras medidas, porém, como o abandono do uso de gravatas e de outros itens de vestuário "sem função", também podem ajudar a minimizar o risco, disse Peter Maguire, vice-presidente da diretoria científica da BMA.

"Lavar as mãos e usar roupas que minimizem a disseminação de infecções, como vestimentas limpas, de algodão de trama fechada, e parar de usar...roupas pouco funcionais, como gravatas, farão uma diferença enorme", acrescentou Maguire

Monday, February 06, 2006

CPI da Saúde: Bernardino presta novo depoimento


Data : Sexta-feira 03 Fevereiro 2006 - DFTV 1ª Edição
CPI da Saúde: Bernardino presta novo depoimento

CPI da Saúde
Arnaldo Bernardino, ex-secretário de Saúde, volta a depor e diz que não espera ser inocentado.


O depoimento de Arnaldo Bernardino foi rápido. As deputadas integrantes da CPI da Saúde queriam apenas saber o que ele tinha a dizer a respeito dos documentos obtidos com a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico.

De acordo com os membros da comissão, os documentos indicam que houve favorecimento ao ex-secretário pelo Santa Juliana, hospital particular que está sendo investigado pelo Tribunal de Contas da União por usar de forma irregular recursos do Sistema Único de Saúde, o SUS, do governo federal.

Bernardino disse que está sendo injustiçado e que não espera ser inocentado pela comissão: “Em Brasília, mais de oito hospitais têm leitos de UTI. Só que, até hoje, eles não recebem pacientes. Não aceitam receber. O único que aceitava mais facilmente era o Santa Juliana. Eu espero que tudo chegue ao fim e que eu possa me defender num tribunal correto. Esse é um tribunal político e em todo tribunal político, quem tem mais força leva vantagem. Se o caso parar na Justiça, será o fórum ideal para a minha defesa.”

Memória:

A CPI da Saúde já analisou mais de cem mil documentos. As investigações começaram depois de uma série de denúncias de que o Hospital Santa Juliana, em Samambaia, recebia 98% dos pacientes de UTI encaminhados pela rede pública.

A CPI também fez diligências em outros hospitais. No de Taguatinga, por exemplo, constatou que medicamentos comprados pelo governo eram emprestados, sem nenhum critério, para clínicas particulares.

A investigação ultrapassou as fronteiras do Distrito Federal. No Rio de Janeiro, foram apreendidas notas fiscais falsas de distribuidoras de remédios que abasteciam a farmácia central da Secretaria de Saúde do DF.

Em dezembro, durante 11 horas, o ex-secretário Arnaldo Bernardino se defendeu das acusações. Ele negou qualquer participação nos lucros do Santa Juliana e disse desconhecer as fraudes na secretaria.

As respostas do ex-secretário foram confrontadas com a de testemunhas que já estiveram na CPI da Câmara Legislativa. A CPI também investiga um crime eleitoral que pode ter sido cometido por Bernardino, antes de assumir o cargo de secretário.

A comissão tem provas de que o ex-secretário trocou votos por cirurgias de laqueadura e vasectomia. Num cartão apreendido Bernardino pede que um cabo eleitoral seja atendido.
http://dftv.globo.com/Dftv/0,6993,VDD0-2982-20060203-149452,00.html

A receita de felicidade

Ozeas de Oliveira-Terceira idade



Os grandes amigos: Vicente e Antônio
A receita de felicidade da Casa do Vovô
Asilo tem um quê de tristeza. São relatos de abandono, ressentimentos e saudades. Dona Mimi é lúcida e fala seis idiomas. Ela recebe a visita da família, mas ainda assim, não é feliz. “Por eu ser velha, parece que a cabeça não funciona como antes. É uma vida triste. Eu me sinto sozinha”, desabafa.

Como toda história tem dois lados, viver num asilo pode ser triste, mas também pode ser bom. É no local que muita gente consegue abrigo, conquista uma outra família e faz amigos. Sem contar que, mesmo que haja um pouco de sofrimento, é dele que muitas vezes sai a superação.

Senhor Antônio, de 65 anos, hoje conversa com todos, adora ver televisão e caminhar pelos jardins. Quando chegou ao asilo, há quase três anos, ele vivia num barraco, no Lixão da Estrutural. Magro, ele mal ficava em pé. Na Casa do Vovô ele encontrou um lar e se diz feliz. “Estou sempre em movimento e acreditando. Temos que estar sempre com a cabeça boa”, ensina.

Ele é muito amigo do Senhor Vicente, de 66 anos. Em um lugar onde todos passam grande parte do tempo sem a família - isso, quando alguém aparece - a amizade é tudo: ajuda a passar o tempo e a enfrentar as recaídas. “A solidão não deve ser boa. Eu não sei o que é isso. Bato muito papo com o Antônio sobre futebol e os noticiários”, conta Vicente.

Alegria como essa não poderia ficar somente dentro do asilo. Vicente, que é um mineiro conversador e galanteador, adora dar uma saidinha todo sábado e pousar de flor em flor. “Eu tenho umas quatro namoradas. É preciso aproveitar a vida, porque ela é a melhor coisa do mundo”, diz.

Os idosos nos explicam sua fonte de vida: nada de desânimo. Dona Joyce, de 88 anos, conta que está no asilo por opção. Ela entoa um refrão que é muito cantado no local: “É preciso gostar de si mesmo, porque aí sim você tem alegria de viver”, ensina.

“Deixa a vida me levar, vida leva eu. Sou feliz e agradeço por tudo o que Deus me deu”, canta Dona Joyce.

A Casa do Vovô fica no Plano Piloto, na 603 Norte. O telefone de lá é o 3226-2002. As visitas são das 10h às 18h, todos os dias da semana.


http://dftv.globo.com/Dftv/0,6993,VDD0-2982-20060204-149659,00.html

Agora é obrigatório



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Neuma: "Vou fazer e passar!"
Concursos públicos com prova em braile
A estudante Neuma Pereira ficou feliz com a notícia. Ela é cega desde um ano de idade e está estudando para conseguir uma vaga no serviço público. Diz que já teve problemas num concurso em que dependia de uma pessoa para ler o texto.

“A prova era de interpretação de texto. Eu pedi que o ledor lesse o texto pra mim pela segunda vez e ele achou que não devia. Mas não eu não tinha condições de responder só com a primeira leitura”, lembra Neuma.

As instituições que organizam concurso público têm 180 dias para colocar a lei em prática. Se a determinação não for cumprida, o concurso pode até mesmo ser cancelado.

A prova em braile já é oferecida para o candidato que pede, desde que ele apresente um laudo médico. “É indispensável. Qualquer instituição que promove concursos públicos tem um papel social fundamental a cumprir, que é o papel da inclusão”, afirma Marcus Vinícius Soares, coordenador acadêmico do Cespe.

O presidente da Associação dos Deficientes Visuais, César Magalhães, acha a lei válida, mas faz um alerta na elaboração das provas em braile: “A pessoa que está organizando o concurso deve ter a preocupação de não apenas cumprir a lei. Deve se preocupar também em providenciar que a prova seja revisada por um revisor deficiente visual.”

A lei não inclui as provas de vestibular, mas o autor já pensa no assunto. “Foi uma falha nossa, na elaboração da lei, não ter incluído os vestibulares. Já estamos fazendo uma emenda para ser aprovada na Câmara”, garante o deputado Agrício Braga (PFL).

Neuma, candidata em potencial para todos os futuros concursos, agora se sente mais segura para fazer as provas. “Vou fazer o do judiciário e todos os outros que já estão sendo providenciados. Vou fazer e passar! Quero um bom emprego!”, afirma.

http://dftv.globo.com/Dftv/0,6993,VDD0-2982-20060206-149728,00.html

As barracas ao redor do HRG: como serão as condições de higiene desses estabelecimentos?




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