Monday, January 28, 2008

HRG - Demissão irresponsavel do Diretor Norimassa







EU CONCORDO COM O LIDER SINDICAL: SE HOUVER CONDIÇÕES DE TRABALHO, A POPULAÇÃO SERÁ BEM ATENDIDA.


TEM QUE DEMITIR DEPUTADOS DISTRITAIS QUE NAO TAO NEM AI PRA SAUDE DO DF, DEMITIR O GOVERNADOR, O SERCRETARIO DE SAÚDE, E SÓ ENTAO DEMITIR OS DIRETORES. MAS TEM QUE COMEÇAR DE CIMA.

A partir de fevereiro, os hospitais e centros de saúde do Distrito Federal serão obrigados a divulgar os horários de trabalho de médicos e enfermeiros.

(ESSA EXIBIÇÃO DE HORARIO MÉDICO JA FOI MOTIVO DE DISCUSSÃO E SOLICITAÇÃO FEITA PELO CONSELHO DE SAÚDE DO GAMA)

“Em todos os centros, postos de saúde, emergências e ambulatórios dos hospitais nós teremos as escalas dos profissionais estampadas em local bem visível, indicando o nome do profissional e o seu horário de trabalho”, garante o secretário de Saúde, José Geraldo Maciel (foto).

O vice-presidente do Sindicato dos Médicos, Gutemberg Fialho, concorda com o controle rigoroso da freqüência, mas alega que o problema não é a falta de médicos. “Médico só falta o trabalho quando adoece. O número de médicos é insuficiente para atender a demanda.




Às vezes, ele não atende porque não tem condições de trabalho.


O sindicato reivindica e solicita à Secretaria de Saúde que divulgue a relação das carências dos hospitais junto com a escala dos médicos”.

Um dos problemas apontados pela auditoria encomendada pela Secretaria de Saúde foi a quantidade de atestados médicos dados a funcionários do Hospital do Gama. São 50 por semana, número questionado pelo sindicato.

“O número de atestados é sempre notificado. Tem que primeiro avaliar a saúde ocupacional do trabalhador para depois confrontar com os números. Depois disso, poderão avaliar se a falta ao trabalho é elevada ou não”, afirma o vice-presidente do Sindicato dos Médicos, Gutemberg Fialho.

O secretário de Saúde


acrescenta que outras dificuldades serão avaliadas. “Não é apenas o médico. Não vamos jogar toda a responsabilidade em cima dele. Diversos profissionais fazem isso. A nossa esperança de que o sistema vai melhorar se baseia na grande maioria dos nossos profissionais da saúde, que são pessoas dedicadas, competentes e compromissadas com a causa pública”.

A auditoria foi feita depois de reclamações da população por falta de médicos nos postos de saúde e nas emergências dos hospitais. De acordo com o levantamento, em Taguatinga 73% dos funcionários não cumpriam o horário de trabalho. Já no Hospital da Ceilândia, a denúncia era de que bancas de bijuterias e calçados funcionavam dentro do local.

Diante das informações, o secretário de Saúde exonerou o diretor Joaquim Pereira da Silva e a vice-diretora Matilde Rodrigues Braga, do Hospital de Taguatinga; o interventor João Luiz Arantes de Freitas, do Hospital do Gama e Willem Madison Teixeira, diretor do Hospital da Ceilândia.

O secretário de saúde disse ainda que realizará dois concursos públicos para contratar médicos de diversas especialidades. O primeiro concurso ocorrerá no dia 27 de janeiro e o outro no dia 24 de fevereiro.

Wednesday, January 09, 2008

Mudanças no Hospital do Gama - Governador José Roberto Arruda decide exonerar diretoria do hospital









É a coisa mais absurda essa atitude do sr. Arruda.




Ja está virando moda impossar subsecretario de Saude no HRG para tentar resolver a imensidão de problemas naquele hospital.




Nada vai ser resolvido se nao for destinado mais recursos!!!




Eu tenho certeza de que se o HRG tiver recursos suficientes nao haveria tanta reclamação por parte dos pacientes, principalmente dos moradores do Entorno, que é a maioria dos atendido.




Em vez de demitir o Diretor Norimassa e outros anteriores, que o dignissimo governador estabeleça acordos e convenios com os Secretarios de Saude do Entorno, visando uma parceria, ou mandando a conta dos pacientes do Entorno para as Secretarias dos respectivos Minicipios.




Penso que é muita falta de respeito do ilustre Governador com um colaborador que responde por um hospital como o HRG.



Duvido que alguem resolva os problemas dos Hospitais do Gama, Planaltina, Ceilandia e Taguatinga, se nao houver destinação de recursos suficientes para esses hospitais que atendem o Entorno.


Senhor Governador, quem aceita Dirigir esses Hospitais criticos, são herois que oferecem suas cabeças à forca. Nao merecem ser sacrificados desse jeito, e exonerados de forma tao sumaria e humilhante.

Basta lembra que dois outros ex-diretores ja pediram exoneração por se verem incapazes de gerenciar essa "bomba" que é o HRG.

Espero que a próxima vitima que o senhor empossará conte com recursos suficientes, do contrario, mantenha a caneta pronta para exonerar mais um!










Ozeas de Oliveira
Conselheiro de Saude
HRG

Mudanças no Hospital do Gama: mais uma? Queremos ver mudar mesmo.

Terça-feira 08 Janeiro 2008 - DFTV 1ª Edição
Reportagem

Manuela Castro

Diretoria do Hospital do Gama é exonerada



Hoje a situação no hospital continua crítica. Filas grandes e pessoas deitadas nas cadeiras a espera de um atendimento de emergência. “Minha cirurgia foi marcada para ontem (7), quando cheguei no centro cirúrgico e estava tudo pronto, viram que faltava linha de sutura”, diz o técnico em eletrônica, Carlos Teotônio.
“Estou com cólica renal, mas eles disseram que há pessoas com prioridade e pediram pra eu aguardar. Tem 1h30 que estou aqui”, lamenta a auxiliar de contas, Walda Gonçalves. Uma aposentada está esperando ser atendida desde ontem. “Esse hospital é uma calamidade”, critica.
Ontem o DFTV mostrou a recepção lotada, com pessoas passando mal no chão. As cirurgias estavam sendo remarcadas. Os pacientes internados chegam a esperar até dois meses por uma vaga no centro cirúrgico. Os doentes reclamam da falta de médicos e das péssimas condições de higiene. Não estavam no hospital o diretor, o chefe da emergência e os funcionários da supervisão.

O diretor do Hospital do Gama, Norimassa Yoshida, e o vice-diretor Sérgio Nyiazaki foram exonerados do cargo. Quem assumiu foi o subsecretário de Saúde, João Luiz Freitas, por sete dias. O próximo diretor será anunciado na próxima semana.

O subsecretário se reuniu com os responsáveis pelo hospital para anunciar as mudanças. Fizemos reunião com os chefes de clínica, pedimos rigor por parte deles no que diz respeito a escala de todos os profissionais de saúde e tomamos atitudes de forma a coibir a questão dos atestados. Hoje exigimos que todo atestado passe pela direção para ser justificado ao diretor do hospital”, assevera Freitas.

Tuesday, January 08, 2008

É um absurdo: Demitir o Limitado Diretor do HRG? E o Vice tambem?


VAI RINDO, GOVERNADOR, POIS EU QUERO SABER

quem vai demitir o Secretario de Saude, e o Governador ja que nao resolvem o problema de Saude do HRG.

Numa escala hierárquica, a administração é relizada de cima para baixo, ou seja,
o Governador distribui recuros (QUE SEJAM SUFICIENTES) para o Secretário de Saúde,
que redistribui para as Regionais de Saude que os aplica nos Hospitais, ai a coisa acontece como deve acontecer: atendimento satisfatorio.

Mas se o infeliz do Diretor ( e no caso me refiro ao Diretor do Hospital do Gama, Dr. Norymassa), nao tem recursos para prestar bom atendimento ao publico, de quem é a responsabilidade? O HRG é um dos que mais atende na região, principalmente pacientes do Entorno, o numero de médicos é reduzidissimo, a estrutura é defasada, os equipamentos sucateados... como esse coitado vai resolver isso?

No meu entendimento a demissão tem que ocorrer de cima para baixo, começando pelo Governador, passando pelo Secretario de Saude e por último, em último lugar mesmo, o infeliz do Diretor, pobre coitado, que fica sujeito aos seus superiores, incompetentes superiores.

Se bem que o HRG tem historico de bravos ex-diretores que ja "jogaram o jaleco" por nao terem mais condiçoes emocionais para tentar manter aquele depósito de pacientes funcionando.

Como disse o ex-diretor Carlos Teófilo, " No Hospital do Gama eu nao posso colocar uma placa indicando que NAO HA VAGAS!"

O Secretario de Saude e Governador autorizam que isso seja feito, de forma que somente sejam atendidos os que o Hospital suporta atender.



SENHOR GOVERNADOR E SECRETARIO DE SAUDE: JA QUE OS SENHORES SÃO



PARENTES, TENHAM MISERICORDIA DESSE POVO SOFRIDO DO GAMA E ENTORNO, E TAMBEM DOS VALENTES SERVIDORES DO HRG!!!!!

É UM ABSURDO ESSE TIPO DE ADMINISTRAÇAO DO ARRUDA E FAMILIA.

Hospital Regional do GAMA - Cidade é a primeira a receber o Cartão Saúde do Cidadão(11/10/2007 - 14:59)




GAMA - Cidade é a primeira a receber o Cartão Saúde do Cidadão(11/10/2007 - 14:59)
Foto: Flávio Gomes
Inédito na rede pública do país, o Cartão Saúde do Cidadão foi lançado pelo governador José Roberto Arruda no Hospital Regional do Gama, nesta quinta-feira (11), durante a passagem do Governo nas Cidades pela região administrativa. Nos próximos seis meses serão produzidos 50 mil cartões mensais. O prontuário eletrônico reúne os dados do paciente e poderá ser acessado em toda a rede pública de saúde.
Ainda este ano, a informatização será estendida a Samambaia. A partir de janeiro, o cartão atenderá também aos pacientes da Asa Norte, Cruzeiro, Octogonal, Sudoeste e Paranoá. A Secretaria de Saúde prevê a distribuição de 700 mil prontuários eletrônicos por ano, com o objetivo de beneficiar toda a população do Distrito Federal até outubro de 2010.
“Esse é o ato mais importante desde o início do governo”, avaliou o governador. “O cartão é um instrumento que a tecnologia nos dá para acabar com as filas e melhorar o atendimento na rede hospitalar pública do DF”, completou. Arruda recebeu do secretário de Saúde, José Geraldo Maciel, o cartão de número 001.
De acordo com Maciel, além de facilitar o atendimento aos usuários da rede pública, o prontuário eletrônico proporcionará economia de R$ 100 milhões por ano para o GDF. “Ele vai permitir o controle pleno da distribuição de medicamentos. Tem gente que fica com medo de faltar remédio e pega várias receitas em centros de saúde para estocar em casa”, esclareceu o secretário. “A evasão por estocagem domiciliar é muito grande. Só com esse controle poderemos economizar 50% desses R$ 100 milhões”, completou.
Para retirar o Cartão Saúde do Cidadão, os usuários devem procurar os sete postos de saúde e o Hospital Regional do Gama com os documentos pessoais (identidade ou certidão de nascimento). Servidores da secretaria vão cadastrar as informações pessoais, histórico de doenças e exames realizados. O cartão é entregue na hora. Cerca de 2 mil cartões devem ser produzidos por dia na cidade.
A vendedora Maria Nilza Marques Rosa, 41 anos, sofre de problema de estômago e precisa se consultar regularmente. “Acho que vai melhorar muito, porque às vezes os exames somem e com as informações no meu cartão poderei procurar um hospital mais vazio e ser atendida com rapidez”, comemorou.
Exames na Internet
O resultado de exames na rede pública também já conta com informatização. Desde agosto, o Portal de Exames informa via internet e com segurança a conclusão dos exames realizados em 60% das unidades. O serviço está disponível nos hospitais do Gama, Taguatinga, Hospital de Base de Brasília, Hospital Regional de Asa Norte e no Laboratório Central (Lacen).
De acordo com o secretário, são feitos 8,4 milhões de exames por ano nos hospitais, centros e postos de saúde, e desses, 30% se perdem, por motivos diversos. “A perda é no mínimo de 18 milhões de exames, isso representa também desperdício de dinheiro público, vamos evitar isso”, alertou Maciel.
No momento da consulta, os pacientes recebem uma senha para acessar os dados cadastrais e resultados. Os usuários e os servidores da saúde têm acesso às informações a qualquer momento em tempo real por meio do site http://www.portaldeexames.saude.df.gov.br/.
Isaac Marra e Ana Larissa Albuquerque – Agência de Comunicação

Caos no Hospital do Gama - Culpa de Quem?






Data : Segunda-feira 07 Janeiro 2008 - DFTV 2ª Edição
Reportagem
Caos no Hospital do Gama
Manuela Castro/Giuliano Clay

Pacientes enfrentam o caos no Hospital do Gama
Na recepção do hospital, não há cadeiras suficientes para as pessoas que procuram atendimento. Quem está passando mal, tem de esperar deitado no chão. A aposentada, Domingas Alves dos Santos, se emociona ao falar da falta de médico para atender o filho. “Ele está lá, vomitando, com febre, ele desmaia, eu já pedi socorro, mas não tem jeito. Acho que só vão socorrer depois que morrer. Aí não adianta mais”, reclama Domingas. As cirurgias estão sendo remarcadas. Os pacientes internados chegam a esperar até dois meses por uma vaga no centro cirúrgico. “Nós temos que dar entrada no beneficio do INSS que já passou mais de 20 dias. O que nossa família vai comer aqui? E não é só eu, são os 57 pacientes que já estão aqui e ainda estão chegando mais”, critica o motorista Vinícius de Pádua.
“Estamos com 60 pessoas lá dentro internadas. Se chegar mais, a prioridade é de pessoas de idade. Mas temos pessoas com 62 dois anos, com 92 anos, sem marcar cirurgia”, diz uma moça.
Os pacientes internados e os acompanhantes reclamam da falta de higiene. “Lá, o banheiro é um vaso pra mulher e homem usar. A gente fica esperando a mulher sair pra poder entrar. O chuveiro é a mesma coisa. Um chuveiro pra homem e pra mulher”, conta o motorista José Lopes.
A chefia do hospital foi procurada pela equipe do DFTV, mas o diretor está de férias e o substituto não foi encontrado, assim como o chefe de emergência. Na supervisão não havia funcionários.
De acordo com o subsecretário de Atenção à Saúde, Milton Menezes, quatro médicos estavam atendendo na emergência hoje. Um estava cuidando dos pacientes que chegavam e os outros três atendendo os pacientes que estavam em observação. O subsecretário explicou ainda que o hospital recebe cerca de 1.200 pacientes por dia, mas que a secretaria planeja aumentar o número de profissionais no local e verificar as condições de higiene.
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