Hospital Regional do Gama destaca-se em atendimento a crianças especiais
Estimulação precoce mostra resultados surpreendentes
Programa implantado no Hospital Regional do Gama há quatro meses ajuda na recuperação de crianças com problemas de locomoção.
A terapia funciona em uma sala pequena, mas suficiente para receber as crianças e os pais. O tratamento, que parece uma brincadeira, é feito duas vezes por semana. Mariana, de seis meses, não sustentava a cabeça nem apoiava as mãozinhas e os pés no chão. Uma intolerância à lactose provocou atraso no desenvolvimento ósseo.
Mesmo assim, em menos de dois meses de estimulação precoce ela já brinca sozinha e está quase engatinhando. “Foi muito rápido. Em um mês a gente já tinha notado que tinha melhorado bastante. Agora ela já está em outra fase. Estamos tentando colocá-la para sentar”, conta a dona-de-casa Elizângela Lima, mãe de Mariana.
Lara Natália Costa vai ter alta hoje. O tratamento agora vai ser a prática de exercícios, como a natação. A menina de 4 anos tinha dificuldade para andar e caia bastante. “Ela era muito mole, tinha dificuldade de andar. Ela tinha dificuldade para fazer tudo que a doutora pedia. Hoje ela cai menos. Para mim melhorou 80%”, revela a avó da criança, Maria Edileuza Cunha.
A estimulação precoce funciona na fisioterapia do Hospital Regional do Gama (HRG) há quatro meses, com apenas uma terapeuta ocupacional. Ela cuida de crianças com atraso no desenvolvimento motor e psicológico. Quanto mais cedo começar o tratamento, melhor.
“Tem que ser o mais precoce possível. É mais recomendado a partir do terceiro mês. Geralmente é o pediatra que nota que a criança apresenta algum tipo de dificuldade no desenvolvimento e encaminha”, explica a terapeuta ocupacional Kátia Gasques.
Para conseguir uma vaga no hospital é preciso entrar em uma fila. O coordenador de fisioterapia da Secretaria de Saúde, José Aires Araújo, diz que as vagas serão ampliadas quando houver mais profissionais. “Com mais profissionais, o serviço funcionaria não só em Sobradinho, Taguatinga e no Gama. Nós conseguiríamos ampliar e criar o serviço em outros hospitais”, garante Araújo.
Serviço: Para conseguir uma vaga no tratamento, os pais devem procurar a fisioterapia do Hospital do Gama, toda sexta-feira, das 13h30 às 17h. Outras informações pelo telefone: 3385-9788.
Programa implantado no Hospital Regional do Gama há quatro meses ajuda na recuperação de crianças com problemas de locomoção.
A terapia funciona em uma sala pequena, mas suficiente para receber as crianças e os pais. O tratamento, que parece uma brincadeira, é feito duas vezes por semana. Mariana, de seis meses, não sustentava a cabeça nem apoiava as mãozinhas e os pés no chão. Uma intolerância à lactose provocou atraso no desenvolvimento ósseo.
Mesmo assim, em menos de dois meses de estimulação precoce ela já brinca sozinha e está quase engatinhando. “Foi muito rápido. Em um mês a gente já tinha notado que tinha melhorado bastante. Agora ela já está em outra fase. Estamos tentando colocá-la para sentar”, conta a dona-de-casa Elizângela Lima, mãe de Mariana.
Lara Natália Costa vai ter alta hoje. O tratamento agora vai ser a prática de exercícios, como a natação. A menina de 4 anos tinha dificuldade para andar e caia bastante. “Ela era muito mole, tinha dificuldade de andar. Ela tinha dificuldade para fazer tudo que a doutora pedia. Hoje ela cai menos. Para mim melhorou 80%”, revela a avó da criança, Maria Edileuza Cunha.
A estimulação precoce funciona na fisioterapia do Hospital Regional do Gama (HRG) há quatro meses, com apenas uma terapeuta ocupacional. Ela cuida de crianças com atraso no desenvolvimento motor e psicológico. Quanto mais cedo começar o tratamento, melhor.
“Tem que ser o mais precoce possível. É mais recomendado a partir do terceiro mês. Geralmente é o pediatra que nota que a criança apresenta algum tipo de dificuldade no desenvolvimento e encaminha”, explica a terapeuta ocupacional Kátia Gasques.
Para conseguir uma vaga no hospital é preciso entrar em uma fila. O coordenador de fisioterapia da Secretaria de Saúde, José Aires Araújo, diz que as vagas serão ampliadas quando houver mais profissionais. “Com mais profissionais, o serviço funcionaria não só em Sobradinho, Taguatinga e no Gama. Nós conseguiríamos ampliar e criar o serviço em outros hospitais”, garante Araújo.
Serviço: Para conseguir uma vaga no tratamento, os pais devem procurar a fisioterapia do Hospital do Gama, toda sexta-feira, das 13h30 às 17h. Outras informações pelo telefone: 3385-9788.




