Wednesday, May 31, 2006

Essa é uma das propostas da APPAE: que as mães façam pré-natal, para que o parto seja seguro...

e não aconteca de os obstetras trabalharem sem informações seguras sobre a parturiente. Um parto inseguro pode ocasionar sérias lesões para o bebê, de forma que uma criança que poderia nascer normal passa a ser uma criança deficiente nas mais variadas formas, principalmente paralisado cerebral. É mais pratico e menos trabalhoso fazer pré natal do que cuidar de uma criança especial. Os postos de saúde da Secretaria de Saúde estão ai para isso mesmo. É só marcar e comparecer. E bom parto.


Maternidade saudável


Governo federal lança campanha para estimular o parto normal
A diarista Sueli dos Santos teve, pela quarta vez, parto normal. A filha nasceu há apenas doze horas e a mãe está se sentindo muito bem. “O parto normal é bom porque a dor é só na hora, depois que nasce a dor passa”, diz Sueli dos Santos.

“O parto norma leva a recuperação mais rápida para a paciente mais rapidamente, menor tempo de hospitalização e menor risco de infecção. A mortalidade materna na cesariana é nove vezes maior do que no parto normal”, diz Evaldo Lima da Costa, vice-chefe Obstetrícia do Hras.

A cesariana só deve ser indicada para casos específicos como gestantes diabéticas ou com pressão alta e feto em posição sentada ou correndo risco de vida. O Brasil é o país campeão em cesáreas, atinge 80% dos nascimentos e a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que essa taxa não ultrapasse os 15%. Para reverter esses números, o governo federal lançou hoje uma campanha em defesa do parto normal. Cartazes e panfletos serão distribuídos para médicos e gestantes.

Segundo o Ministério da Saúde, o maior obstáculo são os médicos brasileiros, que herdaram uma cultura norte-americana de estímulo à cesariana. Ela exige menos tempo de dedicação na hora que a gestante entra em trabalho de parto e, consequentemente, traz vantagens financeiras para o médico.

“Além da comodidade do médico, existe a solicitação da gestante. Ela já na primeira visita do pré-natal solicita que seja o parto cesariana, mesmo sem haver indicação médica ou obstétrica”, explica Elenice Maria Ferraz, chefe da Obstetrícia HUB.

“Se esse é um índice importante, 15% a 20%, nós vamos buscar chegar lá. Um dos incentivos que nós temos é o incentivo financeiro de melhorar o valor financeiro do parto normal. Cesária é só em último caso, é só em caso de necessidade”, afirma José Agenor Álvares, ministro da Saúde.
Data : Terça-feira 30 Maio 2006 - DFTV 2ª Edição Reportagem de Fabiana Santos / Wilson de Souza

Monday, May 29, 2006

Toda região administrativa tem que ter fisioterapeuta, mas na prática não é assim que funciona.

Evandro Oliveira, subsecretário de Atenção à Saúde








Está na lei!






Faltam fisioterapeutas nas regiões administrativas
Aos 64 anos, o Sr. Edilson Pereira se recupera de uma cirurgia. Ele tem escoliose. Sofre com fortes dores na coluna e precisava de 20 sessões de fisioterapia, com urgência. O pedido do médico é de dezembro do ano passado. “Pegaram meu nome e da minha esposa e mandaram-nos aguardar. Mas não disseram quando seremos chamados”, conta o pedreiro.

Sem gravar entrevista, funcionários da Policlínica de Taguatinga confirmaram a falta de vagas. Além disso, disseram que as duas especialistas em coluna estão de licença médica.

O então governador Joaquim Roriz sancionou uma lei, em setembro do ano passado, assegurando o serviço de fisioterapia em todas as regiões administrativas. A Secretaria de Saúde já fez um concurso, em 2002, mas, segundo os candidatos, dos 141 aprovados só a metade foi chamada.

Os candidatos que esperam ser chamados fizeram um levantamento com os colegas dos maiores hospitais e dizem que faltam fisioterapeutas até em UTIs. “Pelo nosso levantamento, o número é de 23 fisioterapeutas. Seriam necessários 123 profissionais para suprir a demanda”, afirma Adriano de Faria, fisioterapeuta.

“A partir do momento que o hospital possui um fisioterapeuta, conseqüentemente o tempo de internação do paciente será diminuído e o hospital terá menos custo. Além disso, o paciente terá menos seqüelas porque terá sido trabalhado precocemente”, argumenta Suyenne Bezerra, fisioterapeuta.

Os fisioterapeutas ainda têm outra preocupação: o concurso vence no dia 25 de junho. “No Gama, são 830 pessoas na fila de espera. Se o concurso expirar e os profissionais não forem convocados, os pacientes permanecem na fila de espera” diz Adriano Faulin, fisioterapeuta.

A Secretaria de Saúde nega a falta de fisioterapeutas. Diz que tem 113, mas precisa redistribuí-los melhor. Hoje, das 29 regiões administrativas, só 17 possuem o profissional. O subsecretário promete fazer o remanejamento e novas contratações antes de o concurso vencer. “O que posso assegurar é que o quantitativo necessário será chamado até o dia 25 de junho, que é a data em que expira o concurso que eles fizeram”, garante Evandro Oliveira, subsecretário de Atenção à Saúde.


Data : Sexta-feira 26 Maio 2006 - DFTV 2ª Edição



Reportagem



http://dftv.globo.com/Dftv/0,6993,VDD0-2982-20060526-169772,00.html
Antônio de Castro / Luiz Gonzaga Pinto



NOSSA OPINIÃO
Como alguma crianças nascem após o momento previsto, isso é suficiente para complicar as condições do bebê, que dependendo da demora e da forma com o parto acontece, gera mais uma criança com lesão cerebral, com paralisia cerebral, dentre outros. Daí a necessidade de fisioterapeuta compondo a equipe dos centros obstetricos.
Fica registrado o apoio da APPAE para que a equipe seja recomposta.
Está na Lei. Cumpra-se!

Ozéas de Oliveira - Presidente da APPAE - Associação para Pais, Professores e Amigos de Crianças Especiais e Idosos.

Friday, May 26, 2006

No Hospital Regional do Gama, fila de espera tem 831 pacientes esperando atendimento fisioterapeutico

Desses 831, quantos serão idosos e crianças especiais?

O que poderá ser feito para que esse pacientes sejam atendidos, antes que priore o estado deles? A falta de fisioterapia atrofia orgãos, prejudica a respiração, e o quadro pode tornar-se irreversivel!


Veja materia publicada no jorna AQUI, do dia 23 de maio de 2006

"Todas as crianças têm direito ao lazer!"

Crianças com Necessidades Especiais - Sugestões Bibliográficas

Adoção de Crianças com Necessidades Especiais - Sugestões Bibliográficas
Livros

BOING, Mafalda Pereira. Por causa de um colchão. Florianópolis: Ed. Do autor, 1997
CEZAR, Clélia Zitto. A Adoção de crianças com necessidades especiais. Mogi das Cruzes: Mimeo/GAARMELE, 1999

La adopción de un niño discapacitado – in Como se vive la adopción – Martha Caselli de Ferreyra – Corregidor, 1996
La adopción de una criatura com necessidades especiales – in Su hijo Adoptado – Stephanie E. Siegel – Paidós, 1992

Filmes
Jonathan - O menino que ninguém queria - 1992 - Dir: George Kaczender - Com: JoBeth Williams, Chris Burke - Sinopse: Voluntária dispõe-se a educar um menino com síndrome de Down, praticamente abandonado pela família, e que ela julga ter condições de levar uma vida normal.- Drama

Nós sempre te amaremos - 1993 - Dir: Michael Katleman - Com: Patty Duke, Tracy Nelson e Markus Flanagan - Sinopse: Casal dá à luz a gêmeos, um portador da síndrome de Down e outro com saúde fraca. O casal decide doar o primeiro a uma família que já possuía 13 filhos adotivos com o mesmo problema. Os avós maternos resolvem entrar na justiça para impedir a adoção.- Drama

Um lugar para Annie – América-1993 - Dir: John Gray - Com: Sissy Spacek, Mary-Louise Parker e Joan Plow Right - Sinopse: Enfermeira decide adotar bebê soro-positivo abandonado. Ela enfrenta preconceitos. A mãe biológica reaparece querendo a guarda da filha. Começa uma batalha judicial.- Drama

Uma Dose de Amor – CIC-1991 - Dir: Ken Olin - Com: Jimmy Smits, Kim Delaney - Sinopse: Garoto com problemas de desenvolvimento é adotado por professor solteiro. O pai descobre que os seus problemas tinham a ver com o alcolismo crônico da mãe biológica. É o início da luta para transformar o garoto numa criança normal.- Drama

Adoção de Crianças com Necessidades Especiais

Adoção de Crianças com Necessidades Especiais - Matérias de Jornais e Revistas
Publicação: Revista Marie Claire
Circulação: Nacional
Data: 11/98
Repórter: Lúcia Cristina de Barros
Título: Síndrome do Espancamento


A casa de Maria Helena Santana, 55 anos, vive cheia. Ela e o marido, Benedito dos Santos, 77, ferroviário aposentado, moram em Itapetininga (SP) e têm 1 filhos, sendo seis adotivos. A caçula, Ane Caroline, chegou quando tinha quase 2 anos. A princípio, era uma estada temporária, até ela ser internada para tratar a coleção de problemas adquiridos em repetidas surras. Carol teve mais sorte: foi adotada.
O diagnóstico do primeiro médico que a examinou – "não andará; não falará" – provou ser mais fraco do que a força de vontade da família. Carol tem 4 anos de idade e idade mental de 1. Fala com dificuldade, mas se comunica. Ainda não anda sem ajuda, mas a mãe sabe que chegará lá.
"Na minha casa mora um anjo em forma de criança que nos ensina a humildade, a paciência e a vontade de viver. A Carol nasceu para gente no dia 26 de janeiro de 1996. Quando cheguei em casa com ela, foi um Deus nos acuda. Todo mundo se assustou com aquele bebê tão mau tratado. Fiquei com medo, chorei muitas noites.
Minha filha é uma vítima da síndrome de espancamento. Ela nasceu perfeita, mas apanhava e ficava sem tratamento. As fraturas calcificaram errado e os membros ficaram tortos. Ela respira com dificuldade porque aos 4 meses levou um murro do pai que quebrou o nariz e afundou a arcada dentária. Sem estimulação, as mãos atrofiaram. A desnutrição causou estrabismo. Ela tem queimaduras de cigarro no corpo, a orelha foi cortada com faca e a boca, com colher. Uma fenda no cérebro, causada por um tombo, levou a um retardamento mental.
Infelizmente a Carol não vai superar tudo. Mas avançamos muito. Quando ela chegou, era um bichinho acuado que tinha pavor quando a gente encostava. Ela sentia medo e dor. Fomos ganhando sua confiança, eu a punha perto do coração e dizia: ‘te amo, filhinha, a mamãe está aqui’. Até hoje ela dorme comigo e adora cafuné.
Vamos para a APAE todo dia. Faço fisioterapia na Carol enquanto o professor atende outras crianças. Ela não se sustenta sozinha mas tem vontade e fará cirurgias para melhorar. Já acorda dizendo: ‘andar, mamãe’.
A Carol é o xodó da família, tem muitas mães e pais. Não planejei nenhuma adoção. Meus filhos são presentes de Deus. Os mais velhos ajudam nas despesas, porque a Carol precisa de médicos. Estou atrás de uma madrinha dentista, pois os dentes dela estragaram com antibióticos. Minha filha me ensinou a viver. Eu era cardíaca, qualquer coisa pensava ‘estou morrendo’. Cuidando da Carol, tudo isso acabou.
Mas não foi fácil o processo de adoção. Os pais dela tinham sumido, então a Justiça foi procurar. Quando acharam, a mãe disse que tinha virado crente, estava arrependida e queria reaver a filha. Fiquei apavorada. Graças a Deus, uma avaliação destituiu o pátrio poder, mas o processo contra os pais pelos danos causados ao bebê foi arquivado por ‘falta de provas’. É incrível, porque a história da Carol foi levantada pelo fórum. Quando ela nasceu, o pai tinha 23 anos e a mãe, 15. Os dois brigavam por ciúmes e ele batia na mulher e na filha. Até que um dia, a mãe levou a Carol para a casa da avó com as duas pernas quebradas. A avó deixou-a num hospital e sumiu. Por que os causadores de tanto sofrimento estão livres? Meu marido não se conforma, quer que um advogado o ajude a fazer justiça e evitar outras desgraças – parece que o casal está esperando gêmeos.
Tento não pensar nisso. Graças a Deus minha filha está salva. Adoção é amor – um amor sofrido porque tanta criança precisa de colo. Mas nada se compara a ouvir um filho adotado chamá-la de ‘mãe’. É a maior prova de amor e de confiança que existe"
Extraído da matéria "Dossiê adoção" da revista Marie Claire – Ed. Globo – Ed. 92 – novembro de 1998

HISTÓRIAS DE PAIS DE CRIANÇAS ESPECIAIS


O que aconteceu com o Pedro?

Pedro é o nosso primeiro e único filho. Ele nasceu no dia 3 de abril de 1989, quando tínhamos 26 e 31 anos respectivamente.

Foi um filho muito desejado e amado desde o início. A gravidez foi normal e foi feito todo acompanhamento pré-natal.

O parto foi cesariana, nasceu com 48 cm, pesou 3,430 kg, chorou logo e teve nota 9 de Apgar.

Seu primeiro ano de vida foi ótimo, com desenvolvimento perfeito e nenhuma doença. Sentou com cinco meses, andou com 11 meses, disse as primeiras palavras com 7 meses e antes disso já emitia sons naturais de um bebê.

Com um ano e dois meses, certa tarde, durante o sono, Pedro acordou como que assustado, como se tivesse engasgado. Isso se repetiu por mais alguns dias e fomos ao médico que suspeitou de convulsões. As crises passaram a mais ou menos 10 vezes ao dia e duravam aproximadamente 15 segundos. Ele solicitou alguns exames, inclusive um eletroencefalograma, que não acusaram nada. Mas as crises aumentavam em quantidade e intensidade. Assim, em agosto de 1990, nosso filho foi internado na UTI pela primeira vez, com uma crise a cada 3 segundos. Ficou no hospital 20 dias e saiu com as crises mais controladas. Fez uma tomografia computadorizada, que acusou resultado normal. Foi realizado, então, um segundo eletro, que mostrou foco irritativo no lado direito do cérebro.

Apesar de tudo isso, seu desenvolvimento continuava normal, porém mostrava-se mais sonolento. As crises continuavam.


PARA SABER O RESTANTE DESSA HISTORIA FANTASTICA, ACESSE O SITE DO PEDRO -

http://www.sitelogo.com.br/pedro/

SUGESTÃO DE LEITURA


Pais de crianças especiais
Autor: Donald J. Meyer
Número de páginas: 193
ISBN: 8589384497
EDITORA: M. Books


O livro, editado por Donald J. Meyer e lançado no Brasil pela editora M. Books, reúne depoimentos de pais, homens que foram convidados a falar sobre a experiência de ter filhos especiais e como isso mudou suas vidas. Este título é o primeiro escrito por pais para pais, mães, amigos e profissionais da área. “Jessica me ensinou o que é o amor verdadeiro. Poetas e padres, jovens amantes e idealistas profanam o conhecimento deste conceito, há anos. No silêncio de Jéssica, aprendi a verdadeira essência do amor: dar tudo e não esperar nada em troca.”

Pais de Crianças Especiais é uma corajosa coleção de textos de pais que foram convidados a falar sobre a experiência de ter um filho especial e quanto isso mudou a vida deles. Dezenove pais olharam com introspecção e honestidade para este assunto profundamente emotivo, e ofereceram uma perspectiva raramente ouvida sobre a criação de filhos com necessidades especiais. Pais de Crianças Especiais, o primeiro livro escrito para pais por pais, também será de grande ajuda para as mães, a família, os amigos, prestadores de serviços, que vão apreciar este raro debate, e talvez aprendam com o que esses pais têm a dizer.

“Esta poderosa coleção de textos revela a visão e o comportamento de pais de crianças especiais de uma maneira totalmente nova. As histórias são comoventes e ricas em sabedoria, contadas graciosamente. Pais de Crianças Especiais é uma adição bem vinda à literatura, mas o mais importante é que se trata de um livro honesto e corajoso”. Gilberto Gaui, duas vezes vencedor do Prêmio Pulitzer.

Um dia boa parte dos onibus estarão usando uma adesivo deste para indicar que estão adaptados para pessoas com necessidades especiais.

Despertando a vida em crianças especiais


Picarelli apóia trabalho da Apae para despertar vida em deficientes






Quem observa a pequena Sarah Rodrigues, de 1 ano e 3 meses, recebendo atendimento das profissionais de saúde do CAMS (Complexo de Atendimento Multidisciplinar de Saúde) da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), sequer imagina que os médicos deram à ela apenas 24 horas de vida, após seu nascimento. Vinte dias antes de conceber Sarah, Juliana Rodrigues Reis ficou sabendo que a filha nasceria com holoprosencefalia (ausência de uma parte do cérebro), mas não se abateu: decidiu mudar sua vida num giro de 180 graus.



“Os médicos disseram que não era para eu ter expectativa alguma. Mesmo assim decidi ter minha filha e hoje vejo que fiz o certo. Quando ela estava com três meses de vida comecei a levá-la até o CAMS e desde então, seu quadro está estacionado. Se ela não estivesse sendo atendida, acredito que estaria bem debilitada”, confessa Juliana.



No caso de Ismael Yuri Yafuso, de 3 anos, filho de Aline Yafuso, a situação foi outra. Antes do nascimento do filho, Aline ficou sabendo que ele nasceria com hidrocefalia (água no cérebro), contudo, praticamente dois anos depois ela foi descobrir que Yuri também era acometido da síndrome de west (flexões de contração que levam a criança a um retardo mental). “Quando ele nasceu ninguém nunca me disse onde poderia procurar ajuda. Somente há um ano eu fiquei sabendo da Apae e decidi procurar tratamento. Ele evoluiu bastante, agora está até sentando e movimentando os braços”, comemora Aline.



Conforme o médico pediatra Alberto Cubel, diretor-técnico de saúde do CAMS, o atendimento às crianças da Apae é feito de maneira bastante especial. “Aqui as crianças contam com atendimento de fisioterapeutas, enfermeiros, terapeutas ocupacionais, nutricionistas, neuropediatras, entre outros. A maioria das crianças apresenta paralisia cerebral ou síndrome de down. Aqui damos aconselhamentos aos pais destas crianças, além de propiciar um atendimento de qualidade”, destaca Cubel.



O fisioterapeuta Paulo Okumoto, diretor-administrativo do CAMS, fala que diariamente são atendidas cerca de 800 crianças no local. Ele também comenta sobre a outra unidade da Apae, situada no bairro Santa Branca, local onde funciona o Cedeg (Centro de Educação Especial Girassol). No Cedeg os alunos aprendem matérias básicas como português e matemática. Atualmente os dois centros da Apae contam com 10 fisioterapeutas, 6 fonoaudiólogos, 5 psicólogos, 6 terapeutas ocupacionais, 3 neuropediatras, 2 ortopedistas, 2 pediatras, 2 enfermeiros, 2 assistente-sociais e 2 nutricionistas.



“Os pais de crianças com deficiência podem procurar o CAMS e aqui estaremos fazendo uma triagem e detectando o problema. Com isso elaboramos um sistema de atendimento para que a criança seja atendida em todas as áreas, mesmo que não necessite”, revela Paulo, atentando para o fato de que no local circulam em média 180 crianças por dia.



O CAMS está localizado na rua Padre João Crippa, no bairro São Francisco e o atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h30 e das 13 às 17 horas.



Projeto – O deputado estadual Maurício Picarelli, líder do PTB na Assembléia Legislativa, tem um projeto de lei de sua autoria e que dispõe sobre assistência especial às parturientes cujos filhos recém-nascidos sejam portadores de necessidades especiais ou patologias crônicas, que impliquem em tratamento continuado, constatadas durante o período de internação para o parto.



Picarelli explica que a assistência especial consistirá basicamente na prestação de informações por escrito à parturiente ou a quem a represente, sobre os cuidados a serem tomados com o recém-nascido por conta de sua deficiência ou patologia, bem como o fornecimento de listagem das instituições públicas e privadas especializadas na assistência a deficientes.



O projeto está tramitando na Assembléia e aguarda aprovação dos deputados.

Deficientes físicos terão transporte especial - Um dia será em todo o país!

A tecnologia operada por pessoa com necesidades especiais


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Elevador para idosos e deficientes físicos

Pessoas idosas e deficientes físicos têm muita dificuldade em participarem mais ativamente na sociedade por restrições de mobilidade e acesso, e para facilitar este são criados novos aparelhos de elevação.

Em 1900 a rainha Vitória instalou um elevador no iate real para melhor facilidade de locomoção. Com o tempo foram criados o elevador cadeira para idosos não subirem escadas e variações onde ele desce de pé, além de plataformas elevatórias para o transporte de pessoas em cadeira de rodas.

Pessoas com necessidades especiais enfrentam dificuldades para conseguir carro adaptado


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Os jogadores da seleção brasileira deram muitos autógrafos, inclusive para um grupo de garotos deficientes, que estavam emocionados.


Quinta-feira, 25/05/2006, 07h55m Estrelas brasileiras comandam festa na arquibancada
Craques fazem exercícios físicos. Jogadores tentam puxar "ola" dos
Enviado Especial, WEGGIS (SUI) - Enquanto o grupo de jogadores participava do treino físico na manhã desta quinta-feira, no gramado do Estádio Thermoplan, Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Cafu, Edmílson, Emerson e Juninho Pernambucano se exercitavam na sala de musculação.

Enquanto isso, os outros 17 jogadores tentavam puxar a "ola" dos torcedores na arquibancada (Veja o vídeo exclusivo). O estádio estava lotado, já que é feriado nacional na Suíça.

No final do treino, Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Cafu, Edmílson, Emerson e Juninho Pernambucano apareceram à beira do campo e, descontraídos, chegaram a comandar a torcida, que delirou ao ver os craques.

Depois, os jogadores iam entrando um a um em campo e foram aplaudidos e tiveram os nomes gritados. Cafu e Ronaldinho Gaúcho foram muito reverenciados.

Atenciosos com os torcedores, os jogadores deram muitos autógrafos, inclusive para um grupo de garotos deficientes, que estavam emocionados.

http://globoesporte.globo.com/ESP/Noticia/0,,AA1202771-4482,00.html

Equoterapia Gratuita - Equoterapia no tratamento de deficientes pelo SUS




Equoterapia gratuita

Fernanda Galvão / Mário Reis




Equoterapia no tratamento de deficientes pelo SUS
Os médicos ainda não sabem por que Renata, aos 14 anos, de repente perdeu a coordenação motora, inclusive a da fala. Apesar da dificuldade no diagnóstico, a jovem tem esperança no tratamento. “Espero ficar boa logo. É o que eu quero!”, afirma Renata Amaral.

Exercícios em cima do cavalo para desenvolver o equilíbrio e a coordenação. Em 1997, os benefícios da equoterapia na reabilitação de portadores de deficiência foram reconhecidos pelo Conselho Federal de Medicina.

Renata está na sétima sessão e os resultados já aparecem. “Antes ela só andava abraçada comigo. Agora, anda de braços dados. Já é um equilíbrio muito bom!”, comemora o militar Cleuton Rafael, pai de Renata.

“A atividade básica é feita com a movimentação do cavalo, claro. Depois, é possível acrescentar exercícios de braços e pernas”, explica a instrutora de equitação, Luciana Rosa.

Na Associação Nacional de Equoterapia, 200 pessoas aguardam na lista de espera pelo tratamento gratuito. O professor de educação física Tadeu Monteiro também oferecia a equoterapia de graça, a mais de 40 crianças na Ceilândia.

Mesmo assim, o projeto teve que ser desativado. O local foi cedido para outra atividade. Agora, Tadeu procura apoio para retomar o trabalho. “A equoterapia dá segurança, equilíbrio, força e auto-estima. Tudo isso é muito importante para crianças, jovens e adultos”, afirma.

Quem aguardava na fila para começar o tratamento, na época em que o centro foi desativado, não terá que esperar por muito tempo. Em breve, a equoterapia será oferecida na rede pública. O Congresso Nacional já aprovou o projeto. Falta apenas a sanção do presidente Lula para que portadores de deficiência tenham acesso a esse tipo de fisioterapia pelo SUS, o Sistema Único de Saúde.

A autora do projeto, senadora Lúcia Viana, explica que o SUS não será obrigado a oferecer o tratamento, que vai depender de convênios com os municípios. “Ele dá abertura para que o SUS possa fechar convênios com o Exército, Polícia Militar, associações rurais ou hípicas. Todo esse pessoal já tem uma estrutura implantada e a vivência de trabalhar com cavalos. Só será preciso adaptar ao deficiente”, acrescenta a senadora.

Hoje, o Distrito Federal tem 14 centros de equoterapia. No Brasil são 236. O que a Associação Nacional de Equoterapia faz para ajudar portadores de necessidades especiais, que não têm condições de pagar até R$ 50 pelas sessões, é obrigar os centros filiados a reservar 20% das vagas.

O presidente Lula tem dez dias para sancionar ou vetar o projeto de lei.

Data : Quarta-feira 24 Maio 2006 - Bom Dia DF



Reportagem de

http://dftv.globo.com/Dftv/0,6993,VDD0-2982-20060524-169240,00.html

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Wednesday, May 24, 2006

TELECENTRO PARA DEFICIENTES



Novidade em Taguatinga

Cláudia Toledo / Edgar de Andrade





Primeiro telecentro para deficientes do Brasil começou a funcionar hoje
Inaugurado o primeiro telecentro para deficientes
A atenção ao deficiente começa na rua, com rampas de acesso ao telecentro. Dentro, tudo foi adaptado. A pessoa com qualquer tipo de deficiência pode aproveitar do mundo da informática. Quem nunca teve contado com um computador recebe treinamento. Brinquedos adaptados auxiliam no aprendizado.

“Se eu tenho uma pessoa adulta que precisa ligar um outro sistema, como um ventilador, mas se ela tem uma deficiência motora, ela vai ter um movimento de retração. Então, a gente usa um outro tipo de acionador”, explica Ivalda Gomes, fonoaudióloga.

Ângela Maria da Silva teve paralisia infantil, não pode andar e tem dificuldade de movimentar as mãos. Mas conseguiu aprender a usar o computador. Agora, pretende ganhar mais agilidade com as tecnologias disponíveis no centro.

“Eu estou querendo aumentar a minha digitação. Eu já navego, mas devido a dificuldade nas mãos, preciso agilizar a digitação”, diz Ângela Maria.

A central tem ainda programas para cegos, surdos e mudos. São os computadores com o comando de voz. Um atende a pequenos sopros. Instrutores acompanham as pessoas. Antônio Reis, que perdeu a visão há seis anos, sabe que a informática é uma oportunidade de nova vida. “Você tendo conhecimento de informática fica mais fácil para adquirir um trabalho”, fala Antônio.

Denise Lúcia Braga Melo ainda está se acostumando com a cegueira recente por causa da diabete. Ela confirma que o computador é um grande aliado. “Eu fiz faculdade até faltar um semestre para terminar. As faculdades muitas vezes não têm estrutura de adaptação. Já no computador é fácil, basta colocar o disquete que ajuda muito”, diz Denise.

No centro também foi montado um laboratório para testar novos programas de computador e equipamentos. A idéia é desenvolver facilidades para quem tem algum tipo de deficiência e transformar as técnicas usadas para um modelo para o resto do país.

“Vamos coletar os dados desse atendimento e depois vamos formatá-lo para se transformar em uma cartilha. Assim, a população inteira do Brasil ficará sabendo como atende uma pessoa com deficiência num telecentro”, explica Guilherme Lira, diretor de ONG.

O telecentro é aberto para toda a comunidade e pretende atende também aos mais velhos, como a dona-de-casa Elza Ribeiro Monti, 80 anos. “O conhecimento nunca é demais. Então, muitas vezes meu neto pede para eu digitar um texto para ele, porque está sem tempo. Eu faço, mas do meu jeito. Agora, eu vou treinar mais”, fala Elza.

O telecentro funciona das 7h às 17, na C 5, lote 6, loja 3, perto da Praça do Relógio, em Taguatinga. O telefone é o 3201-0069.



http://dftv.globo.com/Dftv/0,6993,VDD0-2982-20060522-168941,00.html

Monday, May 22, 2006

Hospital Regional do Gama: sempre atendendo acima do suportável!

A SOBRECARGA DE ATENDIMENTO AOS MORADORES DO ENTORNO PREJUDICA A POPULAÇÃO DO GAMA


Coputadores para Pessoas com Necessidades Especiais - Ozeas de Oliveira

Clique sobre a foto para vê-la ampliada possibilitando a leitura da matéria

Thursday, May 18, 2006

Pauta da Reunião do Conselho de Saude do Gama - sem quorum, sem deliberação





Conforme se verifica no documento acima,
não houve quorum para deliberção alguma, pois em segunda chamada, mais precisamente às 15:23, o Presidente constatou que não haviam Conselheiros suficientes para
dar legalidade à reunião ordinaria. Como não havia poder de deliberação, houve o esvaziamento, com a saida do Conselheiro Ozéas de Oliveira. O grupo permaneceu informalmente recunido. Mas sem poder deliberativo algum, segundo determina o Regimento Interno.

Thursday, May 11, 2006

Crime de negligência médica no HRG

Data : Quarta-feira 10 Maio 2006 - DFTV 1ª Edição










Crime de negligência médica - Há um ano, família do Gama cobra indenização. Depois de várias visitas ao HRG, menina de 8 anos teve a perna amputada.

Reportagem


Flávia Alvarenga / Almir de Queiroz


Menina de 8 anos teve a perna amputada por erro médico
Família cobra indenização por negligência médica


Hoje, Larissa anda com o auxílio de uma muleta. Em novembro de 2004 ela caiu durante num passeio da escola e se machucou. Uma simples torção no tornozelo acabou provocando a amputação da perna direita. A família da menina conta que ela foi atendida no Hospital Regional do Gama. Para os pais, foi erro médico. Primeiro engessaram a perna.

“Eu senti dor. No dia seguinte, a minha perna estava roxa”, conta Larissa Soares Figueira, 8 anos.

A avó de Larissa, Ester Soares da Costa, explica que levou a menina novamente no hospital. Os médicos trocaram o gesso por uma tala. Mesmo assim, ela ainda teve febre e a perna estava inchada e roxa. “Ela sentia muita dor. Essa menina gritou durante três dias e três noites. Tudo que eu fazia não melhorava. Ninguém dormia conseguia dormir”, diz Ester Soares.

O pai de Larissa, Joaquim Filgueira, diz que ela fez uma cirurgia de emergência no Hospital do Gama, mas foi encaminhada para o Hospital de Base. Lá os médicos tiveram que amputar a perna. O sangue não circulava mais. “Se deixasse ela no Hospital do Gama, ela teria morrido. Eles deixaram ela jogada num canto, como um objeto”, afirma Joaquim Filgueira.

A família procurou a Defensoria Pública, que vai entrar com um pedido de indenização contra o governo, já que o estado tem responsabilidade pelos médicos que contrata. “Essa ação deve está sendo ajuizada até segunda-feira, dia 15. Eu já estou com a ação pronta, estou apenas esperando a família me dar o resto dos documentos. Estamos pedindo, a título de danos morais, estéticos, R$ 500 mil e mais dois salários mínimos, a título de lucros cessantes, pelos danos materiais, como gastos com remédios, muletas, transporte e outros”, explica a defensora pública Roberta Oliveira.

A Promotoria de Saúde do Ministério Público abriu um processo por lesão corporal culposa, ou seja, negligência médica. A sentença já saiu e foi fechado um acordo com o Ministério Público do DF. Um dos médicos que atendeu Larissa vai doar 50 cobertores para a Papuda. “Eu acho que a pena é simbólica. Esta é uma pena que pode até incentivar a repetição de praticas como essa e pode dar ao cidadão brasileiro a idéia que esse País é injusto. E se perguntar ao promotor de Justiça eu direi que é um País injusto, mas quem faz as leis não é nem o promotor, nem o juiz. Nós aplicamos as leis que o Congresso Nacional fez”, argumenta Diaulas Ribeiro, promotor de Saúde.

O médico acusado pelo Ministério Público é o ortopedista César Augusto Macedo de Almeida, que ainda trabalha no Hospital Regional do Gama. A direção do HRG não quis dar entrevista. O gerente da emergência, Robson Brito, informou que uma sindicância interna, para apurar se houve negligência médica, só foi aberta nessa segunda-feira.


http://dftv.globo.com/Dftv/0,6993,VDD0-2982-20060510-167108,00.html
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