Friday, June 30, 2006

Paciente é transportado sem segurança em veículo da Secretaria de Saúde na Regional do Gama






Segundo informações, no dia 30 de junho, um paciente que fizera hemodiálise numa clinica localizada em frente ao Hospital Regional do Gama, ao ser conduzido de volta para sua residência em Santa Maria, por pouco precisou ser encaminhado para o HRG.

Ocorreu que durante o trajeto de volta para sua residência, o veiculo da Secretaria de Saúde que o conduzia, ao passar pelas proximidade de um posto de gasolina na rodovia DF 20, altura de Novo Gama, fez uma parada brusca ao se aproximar da faixa de pedestre; o veiculo que estava á sua frente parou e quando o motorista do veiculo da SES parou bruscamente, o paciente foi lançado para a frente. O grave é que alem de não haver cinto de segurança disponível e pronto para o uso, ainda faltava o banco do meio na parte traseira do veiculo, ficando um espaço muito grande entre o paciente e a barreira atrás da cadeira do motorista. O paciente, um senhor de quase 70 anos, lamenta-se de dores no ombro, membro esse que bateu contra a lataria quando ele foi projetado para a frente.

Algo pode ser feito para resolver isso?

A matéria abaixo me faz pensar que a kombi que transportou esse paciente possivelmente esteja sem o banco central exatamente para transporta outras coisas, conforme matéria veiculada pela Globo.

Roupa e remédio para hospitais transportado junto com lixo no DF


Data : Terça-feira 28 Junho 2005 - DFTV 1ª Edição

Reportagem


Flagrante!

Giovana Teles


O Flagrante foi na Vila Estrutural. Na saída do Centro de Saúde, o motorista André Martins se revolta. Ele tem que transportar lixo hospitalar em uma kombi. Dentro dos sacos plásticos há seringas, caixas de remédios e agulhas. André afirma que já reclamou e, há mais de um ano, ninguém toma providências. “Sempre me recuso a transportar estes lixos e nada é feito. Eu participei de um congresso médico e fiquei sabendo do perigo que deste lixo, não só para mim, como também para a sociedade”, lamenta André Martins.

A kombi seguiu para o Guará. A Vigilância Sanitária, a responsável pela fiscalização do transporte e acondicionamento do lixo hospitalar, disse que este tipo de material só pode ser transportado por um caminhão adaptado para o serviço, e não um kombi. Só que no Hospital Regional do Guará o transporte do lixo é apenas um dos problemas. Boa parte do lixo fica exposta, os sacos são jogados fora dos contêineres e todo o material contaminado fica perto da calçada, um transtorno para quem mora perto. A moradora Maria Aparecida diz que tem medo do risco de contaminação. “Este lixo foram utilizados por pessoas doentes. Se melhorasse ficaria melhor”, afirma Maria Aparecida, dona de casa.

Quando a equipe de reportagem do DFTV foi vista no hospital, o motorista teve que esconder a kombi. O diretor da Vigilância Sanitária diz que a culpa é da Belacap, que faz o transporte do lixo hospitalar, e do Hospital do Guará, que já deveria está adaptado à resolução do ano passado que disciplina o armazenamento deste material. “Está ocorrendo falha tanto de quem está deixando, quanto de quem está transportando o lixo. A Vigilância Sanitária vai tomar providência sobre esta questão. A obrigação do gerente de risco é justamente essa: saber como está sendo acondicionado e armazenado o lixo hospitalar”, garante Laércio Cardoso, diretor de Vigilância Sanitária.

Imagens: Manoel Lenaldo
http://dftv.globo.com/Dftv/0,6993,2940-p-20050628-0,00.html

Friday, June 02, 2006

Hospital do Gama - O Diretor desabafa: “ - Os médicos faltam muito. Isso é um fato que estamos tentando resolver."

Reportagem

Pacientes esperam por atendimento médico no HRG
Hospital do Gama continua sem médicos
A aposentada Terezinha Régis saiu cedo de Santa Maria para ser atendida no Hospital do Gama. Ela é diabética e estava se sentindo mal. Mas quando ao pronto-socorro do hospital junto com o filho... “Eles falaram que não tinha médico não, que só tinha um médico, mas que ele só iria começar a atender a partir das 9h”, conta Sarta Régis, segurança. “Estou tonta, querendo vomitar e com a pressão alta. Eu vou para o Plana Piloto para ver se eu acho médica”, afirma Terezinha.

Dentro do pronto-socorro, muita gente inconformada com a demora no atendimento. Uma paciente chorava de dor. “Eu não estou agüentando de dor”, diz uma senhora.

Para tentar resolver o problema, na semana passada, a Secretaria de Saúde divulgou uma nota oficial informando que, a partir de hoje, o número de médico seria reforçado no pronto-socorro do HRG. Mas, segundo a Direção do Hospital, isso não ocorreu. Ao invés disso, a Secretaria liberou o número de horas extras. Hoje de manhã, havia dois médicos.

Na sala dos médicos, um cartaz confirma a informação e pede que os interessados entrem em contato com a direção. Segundo o diretor do hospital, Paulo Henrique da Silva, a escala de hoje estava completa, mas o problema que o pronto-socorro enfrenta é outro:

“Os médicos faltam muito. Isso é um fato que estamos tentando resolver. Já conversamos com autoridades, que podem nos ajudar, na tentativa de sensibilizar os médicos que eles têm que ter um pouco de consciência, do ponto de vista médico e profissional, e diminuir essas faltas”, diz Paulo Henrique da Silva, diretor do Hospital do Gama.

O pronto-socorro do HRG atende em média 1.500 pacientes por dia. A maioria é de outras cidades e do Entorno. A sala de espera sempre está lotada, mas dentro do hospital a situação é pior: o corredor fica lotado. Uma sala que deveria ser de observação virou enfermaria. AS cadeiras servem de macas para pacientes que chegam a dormir até três noites à espera de um leito.

Segundo a direção do Hospital do Regional do Gama, a Secretaria de Saúde convocou 22 clínicos e 15 anestesistas aprovados em concurso público. Eles têm até 30 dias para assumir.

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Hospital do Gama

Rafael Monaco / Edgar de Andrade


Data : Quinta-feira 01 Junho 2006 - DFTV 1ª Edição dftv.globo.com/Dftv/0,6993,VDD0-2982-20060601-170659,00.html

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