Friday, September 21, 2007

Com dez meses, bebê anencéfala não quer sair do colo da mãe

21/09/2007 - 09h26

Com dez meses, bebê anencéfala não quer sair do colo da mãe


A bebê anencéfala (sem cérebro) Marcela de Jesus Galante Ferreira, que ontem completou dez meses, está "gorda". A menina de Patrocínio Paulista (413 km a norte de São Paulo) pesa 11,2 kg, acima do esperado para um bebê de sua idade --normalmente entre 9,5 kg e 10 kg.

Segundo a pediatra Márcia Beani, que a acompanha desde o nascimento, Marcela está cada vez mais ativa. "Ela não quer sair do colo da mãe. Se é colocada na cama, fica chorosa, manhosa."

Na semana passada, a mãe da menina, a lavradora Cacilda Galante Ferreira, chegou a tirar a sonda que alimenta Marcela, mas apenas para dar-lhe papinha pela colher --por segurança, a sonda voltou a ser colocada.

Símbolo

Caso raro na medicina --bebês anencéfalos normalmente morrem algumas horas após o parto--, a sobrevivência de Marcela fez com que a menina se tornasse um símbolo de campanhas antiaborto lideradas por grupos religiosos.

Pela lei brasileira, a gestação pode ser interrompida em casos de anencefalia.

Marcela ficou internada até abril, quando teve alta. Passou a morar com a mãe em uma casa alugada pela família. Ela respira com ajuda de um capacete de oxigênio, mas hoje consegue ficar até duas horas sem o aparelho.

Thursday, September 20, 2007

O Marechal José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque e a construção de Brasilia

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No ano de 1953, o marechal José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque é nomeado, pelo então presidente Getúlio Vargas, coordenador da comissão que escolheria o local definitivo da nova capital do país. No mapa, bem ao centro, como já havia demarcado a Missão Cruls, no fim do século XIX, um quadrilátero dentro de Goiás indicava as distâncias até as capitais estaduais. O marechal José Pessoa batizou o que seria a futura capital de Vera Cruz.
“O marechal José Pessoa é um dos Tiradentes da história de Brasília. É uma dessas pessoas que sem ele, talvez, o processo tivesse sido cortado e postergado para um outro momento. Ele desempenhou um período fundamental da implantação da nova capital e da perspectiva de realização efetiva, ou seja, de torná-la real”, explica o professor de Arquitetura da Universidade de Brasília, Cláudio Queiroz.
Bem antes de Lúcio Costa ganhar qualquer concurso, antes mesmo de Oscar Niemeyer projetar as cúpulas do Congresso Nacional, o marechal José Pessoa Cavalcante de Albuquerque concluiu um estudo minucioso, quando Café Filho era o presidente em exercício. José Pessoa criou, por exemplo, a rede de esgoto da nova capital. Foi ele quem planejou que a água viria do São Bartolomeu e a energia do Rio Corumbá. Pensou e desenhou rodovias e ferrovias, fez todos os orçamentos. Quando Juscelino Kubitschek decidiu construir Brasília, todos os alicerces já existam.
O marechal José Pessoa chegou a traçar um esboço, um desenho da nova capital: Vera Cruz. Quadras residenciais alinhadas e, nos cruzamentos, as tesourinhas. No projeto, a cidade é cortada por uma grande via e acaba numa bifurcação. Ao fundo, para emoldurar a nova capital, o marechal pensou num lago. Tudo pode até ser uma grande coincidência, mas o projeto do marechal Pessoa é como se fosse o rascunho do trabalho final apresentado por Lúcio Costa, anos depois.
Cláudio Queiroz, arquiteto e professor de projetos da Universidade de Brasília (UnB), diz que as influências e as referências dos dois eram parecidas. E isso pode justificar a semelhança dos projetos. De qualquer forma, o marechal José Pessoa foi apagado dessa história injustamente.
“Se Brasília não tivesse sido tombada como Patrimônio Cultural da Humanidade, talvez a gente pudesse fazer o registro material da história que antecede a realização dessa capital”, diz Cláudio Queiroz.


O pioneiro Ernesto Silva participou de tudo. Ele foi nomeado pelo marechal Pessoa para ser secretário da Comissão da Nova Capital. Juntos, eles vieram para o centro do Planalto em fevereiro de 1955. Foi a primeira visita ao local onde anos depois Juscelino construiria Brasília.
“Ele era um administrador nato, um homem seríssimo. Era respeitado pelas Forças Armadas e pela classe civil. O marechal prosseguiu feroz, um amante do trabalho”, conta o pioneiro Ernesto Silva.Em março de 1956, o marechal José Pessoa apresentou sua renúncia ao presidente Juscelino. Ele discordava da pressa em fazer uma cidade, cujo planejamento ainda não estava concluído. José Pessoa escreveu: "Como pensar na venda de lotes, se ainda não foi aprovado o projeto urbanístico da cidade?”
Brasília nem exista e José Pessoa já estava preocupado com o que se tornou um dos maiores problemas da capital do país e que ainda não foi solucionado: a ocupação urbana sem ordem, sem cuidados ambientais, sem planejamento, sem controle.

Thursday, September 06, 2007

Mercado de Trabalho: oportunidades para deficientes físicos Profissionais de valor



Data : Quarta-feira 05 Setembro 2007 - Mercado de Trabalho Reportagem Tatiana Rodrigues / Elder Miranda Mercado de Trabalho: oportunidades para deficientes físicos Eliana de Lima Silva (foto) é telefonista de uma concessionária. Foi contratada há um ano para uma das sete vagas destinadas a portadores de necessidades especiais. Ela tem displasia óssea, o que impediu o seu crescimento. Hoje, aos 23 anos, mede 1,10m. Problema que ela lida com mais tranqüilidade do que os outros.“Com esforço a gente consegue tudo. Eu acho que não faz diferença. Sei fazer de tudo: cozinhar, lavar. Minha vida é normal”, afirma Eliana.Ela trabalha seis horas por dia, ao lado de outra telefonista. O receio dos colegas foi logo substituído pela admiração. “As pessoas se preocupam muito com o tamanho, com a deficiência. O importante é o trabalho que ela faz, a responsabilidade dentro da empresa, o carisma. A Eliane é tudo de bom. É uma amigona da gente”, elogia a telefonista Maria da Conceição Galeno de Araújo.“Contratem sem medo. São pessoas que conseguem desenvolver duas atividades como qualquer outro profissional, desde que bem acolhidos, bem integrados ao ambiente da empresa”, recomenda a funcionária de RH da empresa, Daniele Diniz de Souza.Um decreto de 1999 facilitou a entrada deles no mercado de trabalho: incluiu os portadores de nanismo entre os deficientes físicos. Uma decisão que ampliou as oportunidades de trabalho dessas pessoas especiais.“Antes, o portador de nanismo, ou anão, como é chamado, ele fazia apenas trabalhos culturais, em circos, teatro. Hoje não. Hoje você essas pessoas atuando em funções burocráticas, como auxiliares administrativos. Existem, inclusive, médicos e advogados que desempenham trabalhos excelentes”, lembra Sueide Miranda Leite.Serviço:Existem várias oportunidades de trabalho para portadores de necessidades especiais. O Instituto Cultural e Profissionalizante de Pessoas Portadoras de Deficiência do DF oferece 65 vagas em 15 empresas. O telefone de contato do instituto é o 2104 -1700.Saiba mais...



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Para falar sobre os cursos de qualificação para portadores de deficiência física o Bom Dia DF convidou a presidente da Associação dos Deficientes do DF, Maria de Fátima Amaral. A entrevista completa você confere assistindo ao vídeo.


Acompanhe!


http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM726311-7823-MERCADO+DE+TRABALHO+OS+DEFICIENTES+FISICOS,00.html

Instituto Cultural e Profissionalizante de Pessoas Portadoras de Deficiência do DF

Existem várias oportunidades de trabalho para portadores de necessidades especiais. O Instituto Cultural e Profissionalizante de Pessoas Portadoras de Deficiência do DF oferece 65 vagas em 15 empresas.

O telefone de contato do instituto é o 2104 -1700.

Mercado de trabalho para os deficientes físicos

Mais materias sobre o assunto


http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM715627-7823-MERCADO+DE+TRABALHO+PARA+OS+DEFICIENTES+FISICOS,00.html

Lei garante vaga no mercado de trabalho a deficiente físico

Copie e cole o link abaixo e veja a mateira


http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM682278-7823-LEI+GARANTE+VAGA+NO+MERCADO+DE+TRABALHO+A+DEFICIENTE+FISICO,00.html
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