Thursday, March 12, 2009

Pastor Despeja Associação de Crianças Deficientes no Gama - Anos depois a referida igreja entra em falencia: Castigo de Deus?!?!?!?


Pastor Despeja Associação de Crianças Deficientes no Gama - Anos depois a referida igreja entra em falencia:


Castigo de Deus?!?!?!?


O Fato ocorreu em setembro de 2002. Atualmente, passados quase sete anos, a referida igreja e o referido pastor são figuras apagadas na cidade.


Se ainda existir algum membro da referida igreja que presenciou o fato, com certeza é tao irrisório. Mas pra toda desgraça precisa uma testemunha pra confirmar que o fato realmente exisitu.

Até onde se sabe, nem o proprio pastor gasta mais tempo na seita que ele fundou e com sua propria . Com a mesma "inteligencia e capacidade" ele conseguiu destrui-la.

Conforme materia acima, ele deve ter descoberto uma nova forma de obter lucro financeiro, ainda dentro da religião, mas fora de sua seita, fora de sua cidade, haja visto que ele proprio queimou sua propria imagem. Isso demonstra que o suposto "amor pelas almas" nao era verdadeiro. O verdadeiro amor que ele comprova ter é o mesmo que Mamon, o deus da riquesa.

E assim caminha a "Umanidade"! (entre aspas mesmo).















Com certeza ele vai irar-se contra essa materia e vai retaliar. Esperem!

A APPAE (PRODESME) PARABENIZA A ADEGE - Associação dos Deficianetes do Gama e Entorno


Pois estava presente na reunião que deu o ponta-pe inicial à criação da Referida Assoçião dos Deficientes do Gama e Entorno, tendo colaborado ainda com ideias, sugestões e copias de documentos que auxiliassem na concretização do projeto ADEGE. Parabens!!!

Conforme se verifica na foto, à esquerda está assentado Ozeas de Oliveira.

Conselho de Saúde autoriza Atendimento domiciliar: isso sim, é ter credibilidade e poder!

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Atendimento domiciliar já está autorizado
GDF consegue permissão do Conselho de Saúde para criar um serviço completo.
A ideia é desafogar as UTIs dos hospitais públicos.

Uma rotina que já dura três anos e meio: todos os dias, Josefa passa a tarde no Hospital Regional da Asa Sul, onde o filho mais novo vive desde que nasceu. João Paulo tem uma síndrome rara que causa paralisia facial e perda da força muscular. O menino nunca deixou o hospital. De qualquer forma, a força de vontade faz João ficar cada dia melhor. Os médicos já deram alta, mas ele não pode ir para casa. É que depende de um aparelho de respiração. “Se ele estivesse em casa, já teria se desenvolvido muito mais. Não estaria nesse ambiente de UTI, de estresse. Além disso, a família não pode visitá-lo de uma só vez. Ele não convive com todos os familiares”, diz a professora Josefa do Nascimento. Hoje, 13 crianças e 33 adultos estão na mesma situação. São pacientes que estão internados há meses em UTIs semi-intensivas recebendo atendimento que poderia ser feito em casa. Para desafogar os leitos, o GDF tem um programa de acompanhamento domiciliar que só atende pacientes com problemas mais simples. “Se restringe àqueles pacientes crônicos, acamados, agravados, que necessitam de cuidados hospitalares, que estejam estáveis e que possam ter esse tratamento em casa, com a família ajudando a equipe de internação domiciliar”, explica a gerente de Atenção Domiciliar da Secretaria de Saúde, Maria Leopoldina Villas Boas. O Conselho de Saúde do DF autorizou a Secretaria de Saúde a criar o chamado home care. Um atendimento domiciliar mais completo do que o oferecido atualmente, capaz de levar para casa o ambiente hospitalar que o paciente ainda necessita, com equipamentos e uma frequência maior de médicos e enfermeiros nas residências. O GDF gasta R$ 3,5 mil por dia para manter um paciente na UTI. No atendimento domiciliar, o custo é de pouco mais de mil reais diários. A Secretaria de Saúde pretende treinar familiares de pacientes para ajudar no atendimento em casa e contratar empresas especializadas em atendimento domiciliar. “Quando você leva uma pessoa que está hospitalizada para o seio da família, ela tem uma recuperação fantástica. Esse é o primeiro aspecto. Num segundo aspecto, você libera um leito de UTI. Todos nós sabemos que esse tipo de leito faz parte de uma estrutura de alta complexidade e extremamente cara. Além disso, hoje em Brasília nós temos uma fila muito grande para UTI e que diariamente a gente não sabe quem mandar, porque os leitos estão ocupados”, diz o secretário adjunto de Saúde, Florêncio Cavalcante. O secretário informou ainda que o início do atendimento em casa depende de licitação para contratar as empresas.
Fernanda Soares / Lúcio Alves

http://dftv.globo.com/Jornalismo/DFTV/0,,MUL1040080-10039,00-ATENDIMENTO+DOMICILIAR+JA+ESTA+AUTORIZADO.html

Tuesday, March 10, 2009

Pesquisa aborda sexualidade do deficiente mental

Uma pesquisa elaborada pela estudante do 4º ano de Pedagogia da UEM (Universidade Estadual de Maringá), Paula Edicléia França Bacaro, buscou mostrar como é tratada a sexualidade dos deficientes mentais no aspecto social e familiar.Segundo Paula Edicléia, o deficiente mental pode ter seu desenvolvimento normal, o que dificulta este desenvolvimento é a falta de orientação e informação necessária, tanto para o deficiente mental como também para a família, prejudicando o desenvolvimento afetivo e emocional dos portadores de deficiência mental.“A sociedade continua bastante conservadora e rotula o sexo como um mito. Seja por ingenuidade ou despreparo, seja pela falta de conhecimento ou até mesmo pela falta de interesse em suprir esta ausência de conhecimento, a sociedade trata a sexualidade a partir de crenças, preconceitos e até mesmo idéias distorcidas”, disse a estudante.De acordo com Paula Edicléia, o preconceito, a falta de aceitação por parte da sociedade ainda é relevante. Quando um indivíduo normal se depara com um deficiente mental não sabe como reagir a essa diferença e a reação mais freqüente é ignorá-lo. Mesmo considerando os deficientes mentais submetidos ao isolamento social, estudos comprovam que estes gostariam de ter relações sexuais, bem como casar e ter filhos.Segundo a estudante, há uma urgência em elaborar programas de educação sexual para os deficientes mentais, e também transferir o conhecimento sobre sexualidade aos seus pais. “A população de deficientes mentais adultos vem aumentando e tanto a família, quanto a sociedade continuam sem saber como agir.”
# posted by Viviane Farias @
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